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Diretor técnico da categoria disse que tomará providências após temporada de pressão constante das escuderias sobre comissários

Christian Horner, Team Principal, Red Bull Racing Ross Brawn, Managing Director of Motorsports, FOM

Ross Brawn, diretor técnico da Fórmula 1, garante que as conversas entre os chefes das equipes e os comissários serão proibidas em 2022. A declaração vem após um GP de Abu Dhabi onde, além do confuso procedimento com o safety car que encerrou a corrida, Mercedes e Red Bull pressionaram Michael Masi, diretor de provas, em momentos cruciais.

Toto Wolff, chefe da escuderia alemã, 'exigiu' que o carro de segurança não entrasse na pista após o safety car virtual acionado quando Antonio Giovinazzi abandonou a prova, enquanto o mandatário da equipe austríaca, Christian Horner, ficou em cima da direção para que os retardatários ultrapassassem o veículo nos momentos finais.

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"A decisão na última volta é um destaque que não pode ser superado. Infelizmente, o protesto tirou um pouco o brilho desta final", disse Brawn em entrevista ao veículo alemão Auto Motor und Sport. "Não é aceitável que os chefes pressionem Michael durante a corrida."

"Wolff não pode exigir que um safety car não entre na pista, enquanto Horner não pode querer que os retardatários deem a volta de reagrupamento. Isso fica a critério do diretor da prova. Vamos interromper esse contato no próximo ano."

As conversas entre as equipes e os comissários foram frequentes em 2021, mas não iniciaram apenas por parte das escuderias. No GP da Arábia Saudita, Masi 'negociou' com a Red Bull o que fariam após a segunda bandeira vermelha que interrompeu a corrida após a primeira relargada, onde Max Verstappen ganhou a posição de Lewis Hamilton depois de cortar caminho nas curvas iniciais.

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