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FIA inicia investigação sobre acidente de Grosjean; entenda procedimento

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FIA inicia investigação sobre acidente de Grosjean; entenda procedimento
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Os resultados devem sair em até dois meses segundo a Federação

A Federação Internacional de Automobilismo divulgou os primeiros detalhes sobre a investigação que está sendo conduzida sobre o acidente de Romain Grosjean no GP do Bahrein de Fórmula 1, e determinou que o resultado final será anunciado em seis a oito semanas.

A investigação é uma em cerca de 30 que o departamento de segurança conduz acerca de incidentes ocorridos em diversas categorias ao longo de uma temporada típica.

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Serão analisados todos os aspectos, incluindo o chassi e halo da Haas, o equipamento pessoal de segurança de Grosjean como o apoio de cabeça, capacete e macacão, a performance das barreiras e a resposta dos fiscais e do carro médico da FIA.

Além da FIA, outros envolvidos com a investigação são a organização da F1, a Haas e a Associação de Pilotos de Grande Prêmio (GPDA), onde Grosjean atua como diretor.

"Assim como todos os acidentes sérios, vamos analisar todos os aspectos dessa batida e colaborar com todas as partes envolvidas", disse o diretor de segurança da FIA Adam Baker. "Com tamanha quantidade de dados disponíveis, vamos poder determinar exatamente todos os elementos que estiveram em ação e esse trabalho já começou".

"Vamos levar muito a sério essa pesquisa, e ela seguirá um processo rigoroso para descobrir exatamente o que aconteceu antes de propormos potenciais melhorias".

Um dos primeiros passos foi dado na segunda, quando o delegado técnico da FIA, Jo Bauer e o chefe de segurança dos competidores, Nuno Costa, examinaram os restos da Haas em detalhe, antes de um encontro com os engenheiros da equipe.

A FIA notou que os pesquisadores "poderão acumular dados de várias transmissões, incluindo uma câmera de alta velocidade que fica de frente para o piloto e filma a 400 frames por segundo para revelar em slow motion o que aconteceu com ele durante o acidente".

"O gravador de dados do carro também será recolhido, para revelar a velocidade e força do carro, além do acelerômetro que é moldado para ser usado no ouvido do piloto, mapeando o movimento de sua cabeça durante a batida".

Os dados são entregues ao Banco de Dados de Acidentes da FIA, onde ficam armazenados dados de casos de todas as categorias. Eles ficam disponíveis para o Grupo de Estudos de Acidentes Sérios da FIA, comandado por Jean Todt, presidente da Federação e que conta com a presença dos chefes de todas as comissões esportivas, além de funcionários chaves dos departamentos esportivos e de segurança, além de médicos e engenheiros.

A FIA nota que o "Grupo trabalhará em conjunto com o Grupo de Trabalho de Pesquisas da FIA, que revisa pesquisas em andamento e desenvolve novos procedimentos e instrumentos de segurança".

"O Grupo de Trabalho é formado por influentes engenheiros dentro da indústria do esporte, com experiência em diversas áreas do esporte, além de especialistas médicos que colaboram nos assuntos relacionados à segurança".

"O trabalho investigativo relacionado a acidentes sérios e/ou fatais é considerado pelo Grupo de Trabalho antes de ser repassado à Comissão de Segurança da FIA, liderado por Patrick Head".

A versão definitiva do relatório é apresentado na reunião do Conselho Mundial do Esporte a Motor e alguns casos podem ser apresentados na Comissão de Pilotos da FIA para feedback.

Falando na terça sobre a investigação, o chefe da Haas, Gunther Steiner disse: "Eles estiveram aqui ontem. pelo menos por seis horas, Jo Bauer e Nuno Costa. Eles fizeram uma inspeção completa, de tudo".

"Mas eles já lidaram com o carro, podemos pegá-lo de volta. Essa parte do trabalho já está pronta, mas ainda não temos uma resposta. Certamente, quando eles fazem investigações assim, eles surgem com novas coisas para tornar tudo mais seguro no futuro".

"Até onde eu sei, não foram encontrados problemas com o carro".

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Sobre esta matéria

Categoria Fórmula 1
Pilotos Romain Grosjean
Autor Adam Cooper