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Prost revela frustração com baixa receptividade de unidades de potência

Alain Prost afirmou que os fãs da categoria “ainda não ‘compraram’ o conceito” das novas unidades de potência, introduzidas em 2014

Alain Prost, com  Remi Taffin, Renault Sport F1
Largada: Stéphane Sarrazin, Venturi lidera
Largada

Alain Prost está, digamos, um pouco chateado com a baixa receptividade das unidades de potência por parte dos fãs da Fórmula 1. A entrada dos novos propulsores, na temporada passada, ainda não caiu no gosto dos que acompanham a categoria. Com isso, as equipes já buscam maneiras de elevar a potência e o som dos motores nos próximos anos.

O tetracampeão vê contrastes entre a aceitação da F-E, categoria em que ele é chefe de equipe, e a aversão gerada pelas unidades de potência do certame no qual ele conquistou 51 vitórias. Na F1, as coisas tem sido um pouco diferentes, o que é um pouco frustrante. Há um motor com tecnologia extremamente, mas as pessoas ainda não ‘compraram’ o conceito”, observou.

"Talvez as pessoas esperem algo diferente da F1. No fim das contas, eles realmente não se preocupam com o chassi ou com o ritmo dos carros. Eles querem batalhas na pista, querem que a categoria seja interessante, um verdadeiro campeonato de pilotos”, disse.

O francês falou ainda que o distanciamento da Fórmula 1 em relação aos fãs pode ser uma das causas da rejeição à nova tecnologia. "A Fórmula 1 continua a ser um pouco distante, os fãs estão sempre distantes. Mesmo após dois anos deste motor, que é muito potente mas consome 30% a 40% menos combustível, o público não se importa”, ressaltou.

"Claro que temos que levar alguns fatores em consideração. Cada campeonato tem uma abordagem própria, de acordo com a base de fãs - e eles são fãs de 40 a 60 anos de idade. Nós (na F-E) temos outro público-alvo, claramente formado por jovens. Você não deve usar a mesma estratégia de marketing nos dois casos, isso é óbvio”, concluiu Prost.

Entrevista por Guillaume Navarro

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