Sainz: tenho que ganhar quatro quilos para o campeonato

Espanhol garante que carros novos vão voltar a entreter fãs e destaca a exigência física que pilotos sofrerão nesta temporada

Sainz: tenho que ganhar quatro quilos para o campeonato
(L to R): Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso with Daniil Kvyat, Scuderia Toro Rosso
Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso
Daniil Kvyat, Scuderia Toro Rosso STR11, Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso STR11
Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso
Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso
Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso STR11
Carlos Sainz Jr., Scuderia Toro Rosso
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Focado na pré-temporada desde antes do Natal, Carlos Sainz Jr. destaca a preparação física que os pilotos da Fórmula 1 terão que enfrentar este ano. O espanhol afirma que o ganho de peso será um dos pontos-chave contra forças G maiores.

"O carro deste ano parece bom. E quando digo que parece bom, é que, para mim, os fãs vão gostar. Então, quando você ligar o motor e voltar a ouvir o V6, que não convence a todos nós, mas eles devem apreciar as rodas mais largas e os spoilers que impressionam", disse o espanhol para o El Larguero.

"Espero que os fãs nos vejam na TV e digam 'esta é a Fórmula 1 de verdade'. Quando eu vejo este carro, eu acho que é um F1 de verdade novamente."

Sainz destaca as exigências físicas que o novo carro deverá exigir já na pré-temporada.

"Até hoje tínhamos que estar em forma, bem preparados, mas dava para se permitir ficar mais fino. Por exemplo, no ano passado, eu media 1,78m, pesava 66 quilos. Este ano tenho que chegar a 70 quilos, ganhando quatro quilos."

Sobre as possibilidades que teve de ir para outra equipe, o piloto da Toro Rosso foi direto.

"Houve uma opção muito clara e muito atraente, na Renault. Foi em junho ou julho, mas em última análise eu deixei passar por duas razões: a primeira é que era muito cedo no ano, eu tinha que ver o que estava acontecendo para 2017. A segunda é que a Red Bull não queria me deixar ir."

"Além disso, analisei com meu pai e com as pessoas próximas a mim e pensei que por mais atraente que fosse, eu tinha que ser paciente e olhar a longo prazo."

"Eu não vou parar até que esteja em uma posição de lutar por um campeonato mundial. Então, se serei ou não, como meu pai diz, depende de muitas coisas. Mas eu não vou parar até me colocar nesta posição algum dia", diz Sainz, cuja meta para 2018 é estar em uma equipe que lhe permita lutar por vitórias.

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