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Rubens Barrichello em Hungaroring

Em sua tradicional análise pós-corrida, Sam Michael admitiu que a equipe errou ao chamar seus pilotos na 50ª volta do GP da Hungria para uma mudança na estrategia.

Gotas rápidas de chuva caíram neste período da prova, e o diretor-técnico da Williams achou por bem chamar Rubens Barrichello e Pastor Maldonado para calçarem os pneus intermediários. Mas a chuva imaginada não veio e ambos tiveram de fazer uma parada extra.
 
Michael se justifica: "A pista atingiu um nível de umidade quando os dois pilotos foram chamados para usar os pneus intermediários. Estava chovendo, mas em duas voltas começou a parar e essa chamada acabou se tornando um erro."
 
A performance do carro também foi elogiada pelo dirigente inglês, que deixa o time após o GP da Coreia: "Melhoramos desde Nurburgring com algumas mudanças feitas no carro. Isso ficou evidente com as voltas em tempo seco, mas não conseguimos juntar tudo para somar pontos na corrida."
 
Sobre Barrichello, Michael não fez críticas, mas admitiu que o dano na asa dianteira realmente prejudicou a atuação do brasileiro: "Parte da asa dianteira de Rubens foi danificada logo cedo e isso degradou muito mal durante a corrida. Não é bom para a performance, mas escolhemos não mudá-la nos estágios iniciais da corrida, pois o tempo adicional que teria resultado no fim das chances de pontuar."
 
Por fim, o dirigente analisou a punição dada a Pastor Maldonado pela quebra do limite de velocidade nos boxes: "Foi um erro do piloto. Ele não apertou o limitador no tempo, o que resultou no pênalti."
 
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