Audi quer comprar McLaren, enquanto Porsche deseja ceder motores à Red Bull na F1; entenda

Marcas do grupo Volkswagen seguem com negociações para entrar na categoria máxima do automobilismo, mas encontram obstáculos no processo

Audi quer comprar McLaren, enquanto Porsche deseja ceder motores à Red Bull na F1; entenda
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As negociações de entrada do grupo Volkswagen na Fórmula 1, com suas marcas Audi e Porsche, seguem quente nos bastidores da categoria e atualmente encontram-se em um "entrave", pois as montadoras não decidiram se comprarão as equipes que visam ou se serão fornecedoras de motores, de acordo com informações do veículo alemão Auto, Motor und Sport.

McLaren, Red Bull, Sauber (Alfa Romeo) e Williams são as escuderias visadas e já contatadas como possíveis colaboradoras, com preferência às duas primeiras. A Audi deseja comprar o time de Woking, mas esbarra nos altos preços de venda impulsionados pela valorização da F1, já a Porsche pode fazer uma parceria com a RBR ao mesmo estilo da Honda.

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Em dezembro de 2020, a agência de esportes dos Estados Unidos MSP Sports Capital adquiriu 15% da equipe britânica por £ 185 milhões (cerca de R$ 1,36 bilhão) e essa participação pode ser aumentada em 2022. Com o crescimento da Fórmula 1, as escuderias estão cada vez mais caras e outras nem sequer estão à venda. Esse 'problema' foi o que dificultou a compra da Sauber pela Andretti, pois o grupo que controla a Alfa Romeo enxergou oportunidades melhores a longo prazo.

Com isso, surge a possibilidade de fornecer motores, como a Porsche quer com a Red Bull. A parceria seria interessante pelas melhorias na fábrica dos austríacos, que produzirão unidade própria a partir do próximo ano. Apesar disso, eles ainda não decidiram se seguirão como montadores no novo regulamento de 2026 ou voltarão a receber os componentes.

A Honda entraria como obstáculo para o grupo Volkswagen nesse caso, por transferir sua tecnologia à escuderia e já ter um contrato de serviço com ela. Além disso, construir um motor e cedê-lo à cliente também é caro e os custos não ficariam de fora dos possíveis entraves.

O grupo votará no início de dezembro qual será sua proposta de entrada na Fórmula 1 e não podem sair sem uma decisão, pois a FIA quer definir os regulamentos de 2026 na reunião do WMSC (em inglês: Conselho Mundial do Esporte a Motor).

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