F1 - Kubica acredita que teria feito "grandes coisas" na Ferrari com Alonso em 2012: "Não seria difícil superá-lo"

Polonês tinha pré-acordo com Ferrari para substituir Massa a partir de 2012, mas sequelas do acidente impediram que contrato fosse concretizado

#41 Team WRT Oreca 07 - Gibson: Robert Kubica

#41 Team WRT Oreca 07 - Gibson: Robert Kubica

Shameem Fahath

Robert Kubica surgiu como uma das grandes forças da Fórmula 1 na década de 2000 junto com a Sauber e, posteriormente, a Renault, onde conquistou pódios e vitórias. Sua pilotagem rapidamente chamou a atenção das equipes de ponta da época, mas foi a Ferrari quem conseguiu chegar a um acordo com o polonês, que se iniciaria na temporada de 2012, mas que nunca se concretizou.

Próximo da temporada de 2011, que Kubica ainda correria com a Renault, ele sofreu um gravíssimo acidente de rally que mudou sua vida dentro e fora das pistas. Apesar de ter voltado ao esporte em 2012, as sequelas do acidente fecharam as portas da Ferrari e da F1 para ele (este segundo de forma temporária).

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Como consequência, Kubica não conseguiu cumprir seu sonho de substituir Felipe Massa e dividir a garagem com Fernando Alonso, com quem tinha uma grande relação pessoal e desportiva, que ele espera que ajudasse o time italiano a obter grandes êxitos.

"Sempre tive um grande respeito por Fernando, e sigo tendo", disse à Gazzetta dello Sport. "Quando corrida na F1, havia um respeito mútuo. Sempre dizem que a primeira pessoa que você tem que bater é seu companheiro de equipe, mas sempre pensei que você precisa estar à frente de todos, inclusive seu companheiro".

"Bater Fernando com o mesmo carro não teria sido difícil e, de qualquer forma, teria gostado de viver esse desafio. Pensamos igual em muitas coisas, e ter dois pilotos que se dão bem na mesma garagem seria uma vantagem para a equipe. Potencialmente teríamos sido uma dupla de alto risco, mas acho que teríamos conseguido grandes coisas juntos na Ferrari".

Kubica não pôde demonstrar se estava no mesmo nível de Alonso e se a boa relação seria mantida mesmo em um alto nível de competitividade.

"Isso não aconteceu, mas a vida me deu um caminho diferente. Agora estou feliz de começar uma nova aventura em Le Mans com a Ferrari. Teremos um novo ano de competições e meu amor pelo esporte continua. Tenho 39 anos, mas é isso que me faz seguir adiante. Me assusta pensar no fim da carreira".

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