Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

F1: Binotto fica "lisonjeado" com interesse na Audi, mas esfria rumores sobre Sainz

Fórmula 1
F1: Binotto fica "lisonjeado" com interesse na Audi, mas esfria rumores sobre Sainz

F1: Stroll esbanja Aston Martin ultrarrara avaliada em R$ 20 milhões

Fórmula 1
GP da Holanda
F1: Stroll esbanja Aston Martin ultrarrara avaliada em R$ 20 milhões

F1 fecha grande acordo com a Disney: Relâmpago McQueen estará na pista na Itália

Fórmula 1
GP da Holanda
F1 fecha grande acordo com a Disney: Relâmpago McQueen estará na pista na Itália

F1: McLaren explica por que não consegue tirar 100% do motor Mercedes em 2026

Fórmula 1
F1: McLaren explica por que não consegue tirar 100% do motor Mercedes em 2026

F1 - O último desejo de Enzo Ferrari: como 'Comendador' planejou o próprio funeral em segredo

Fórmula 1
F1 - O último desejo de Enzo Ferrari: como 'Comendador' planejou o próprio funeral em segredo

F1: Hadjar avalia início na Red Bull e identifica o que falta para alcançar Verstappen

Fórmula 1
GP da Holanda
F1: Hadjar avalia início na Red Bull e identifica o que falta para alcançar Verstappen

Arthur Gama volta às pistas dos Estados Unidos para corrida noturna no Ace Speedway

NASCAR
Arthur Gama volta às pistas dos Estados Unidos para corrida noturna no Ace Speedway

Como Di Grassi e Buemi moldaram a história da Fórmula E

Fórmula E
Como Di Grassi e Buemi moldaram a história da Fórmula E

F1: Parceria da Aston Martin com Honda não prova declínio do motor Mercedes, diz Wolff

Chefe do time alemão falou ainda do impacto dessa parceria na F1 para a ligação Mercedes-Aston na produção de carros de rua

Fernando Alonso, Aston Martin AMR23, leads George Russell, Mercedes F1 W14

O anúncio da parceria da Aston Martin com a Honda para a temporada 2026 da Fórmula 1 mudou bastante o panorama do grid do Mundial para o futuro. Mas a 'emancipação' do "Time Silverstone" após mais de 15 anos com a Mercedes não é uma prova de que os motores da montadora alemã entraram em declínio, afirma Toto Wolff.

O Time Silverstone, já conhecido por nomes como Force India, Racing Point e agora Aston Martin, vem usando motores Mercedes desde 2009, garantindo uma vitória, 14 pódios e duas poles. Mas a mudança para a Honda marca o primeiro fim de relação da Mercedes com uma cliente desde 2014.

Leia também:

Só que, para Wolff, essa decisão está unicamente ligada aos benefícios que um acordo direto com uma montadora traz, em vez de indicar o declínio de competitividade da Mercedes.

Questionado pelo Motorsport.com se seria possível analisar algo da mudança da Aston Martin, que hoje ainda usa a caixa de câmbio e o túnel de vento da Mercedes, Wolff disse: "Não acho que a mudança de status de cliente da Mercedes a parceira da Honda tem relação com a unidade de potência".

"Acho que somos competitivos em termos de motor, mas eles sempre buscaram a emancipação, virando realmente uma equipe de fábrica. É o que estão fazendo. Agora eles têm um acordo exclusivo de fornecimento, com um fornecedor próprio de combustível, eles estão construindo uma grande fábrica".

"Os objetivos de Lawrence [Stroll] nunca são baixos. Acho que quando você quer ser competitivo e lutar por títulos, esse é o tipo de passo que você precisa dar".

Lawrence Stroll, Toshihiro Sanbe,, president and CEO Honda Motor

Lawrence Stroll, Toshihiro Sanbe,, president and CEO Honda Motor

Photo by: Motorsport.com / Japan

O acordo da Honda marca o retorno da montadora à F1 mesmo sem ter saído de fato. A marca japonesa anunciou em 2020 sua saída no fim de 2021 mas segue produzindo os motores da Red Bull. Christian Horner disse recentemente que, se soubesse que a Honda voltaria, jamais teria criado a Red Bull Powertrains.

A aliança Aston-Honda também chamou atenção para a montadora britânica como um todo, já que, recentemente, a Mercedes aumentou sua presença nas ações para 20%. A marca alemã fornece motores e sistemas multimídia para os carros de rua da Aston Martin Lagonda.

"Em termos de relação com a parte de carros de rua, é uma plataforma diferente", disse Wolff. "Como Mercedes, estamos fornecendo partes internas, órgãos, é uma relação de negócios. Isso obviamente vai continuar, porque é o indicativo, vai seguir. A Aston Martin é uma marca de orgulho e, por isso, a Mercedes seguirá sendo parceira".

Como funciona a estratégia de um time e por que a Ferrari vai mal? Rico Penteado explica

Quer fazer parte de um seleto grupo de amantes de corridas, associado ao maior grupo de comunicação de esporte a motor do mundo? CLIQUE AQUI e confira o Clube de Membros do Motorsport.com no YouTube. Nele, você terá acesso a materiais inéditos e exclusivos, lives especiais, além de preferência de leitura de comentários durante nossos programas. Não perca, assine já!

Podcast #232 - É o 'fim da linha' para o GP de Mônaco na F1?

 

ACOMPANHE NOSSO PODCAST GRATUITAMENTE:

Artigo anterior F1: Mick Schumacher estreia pela Mercedes em testes da Pirelli
Próximo artigo F1: Netflix deve usar autódromo de Buenos Aires nas gravações de série sobre Senna

Principais comentários

Últimas notícias