LKYSUNZ topa pagar quase R$ 3 bi para entrar na F1 em 2026; saiba

Equipe se junta à Andretti na tentativa de entrar no grid

Pierre Gasly, Alpine A523

Pierre Gasly, Alpine A523

Alpine

O projeto asiático LKYSUNZ, candidato a entrar na Fórmula 1 com sua equipe a partir de 2026, está propondo triplicar o valor normalmente pago como taxa de entrada na categoria máxima do automobilismo.

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Em fevereiro passado, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) lançou uma chamada para inscrições com o objetivo potencial de receber uma ou duas novas equipes na F1 em um futuro próximo.

A divulgação dos resultados dessa convocação são esperados muito em breve, com a Andretti Global, a Formula Equal e a Hitech entre os candidatos conhecidos. Mas, além deles, há a LKYSUNZ.

Desde a abertura desse processo pela federação, a F1 e a grande maioria das partes interessadas têm se mantido distantes do assunto. De fato, embora o esporte esteja passando por um período de prosperidade econômica e as equipes atuais estejam se saindo bem financeiramente, a chegada de uma ou duas novas escuderias é vista como um risco financeiro na elite global do esporte a motor.

O medo é duplo: não só de que o valor agregado ao esporte não seja suficiente e, portanto, o valor da F1 caia, mas também de que a receita gerada e redistribuída para as equipes seja reduzida por causa desses recém-chegados.

Esse último ponto é um dos aspectos mais comentados dos últimos Pactos de Concórdia (que regem as relações comerciais entre o esporte e seus membros). No caso, o pagamento de 200 milhões de dólares, cerca de 987 milhões de reais, quase R$ 1 bi, que todos os novos participantes devem fazer se quiserem entrar na F1 como construtores de pleno direito na categoria máxima do automobilismo.

Essa quantia, também conhecida como "fundo anti-diluição", deve compensar as equipes que já estão no esporte pela perda de receita resultante da adição de uma fatia extra do bolo no momento da redistribuição dos bônus. No entanto, nos últimos meses, ficou claro que vários times acham que essa taxa não é suficientemente alta em relação ao valor real do campeonato e das equipes.

Além disso, enquanto as discussões sobre os próximos Pactos de Concórdia, que entrarão em vigor em 2026, estão em andamento, uma nova taxa de 600 milhões de dólares, cerca de 2,96 bilhões de reais, para o próximo fundo anti-diluição foi sugerida.

Foi nesse contexto que, nesta quinta-feira, a LKYSUNZ anunciou em um comunicado sua intenção de pagar a quantia de 600 milhões de dólares em vez dos 200 milhões de dólares exigidos pelos acordos atuais, a fim de entrar na F1 em 2026.

Indicando que garantiu um investimento de um bilhão de dólares através do Legends Advocates Sports Group, um fundo com sede nos Estados Unidos, o CEO da LKYSUNZ, Benjamin Durand, disse: "Ouvimos o feedback das equipes e reconhecemos de todo o coração o esforço, o compromisso e o investimento que elas fizeram no esporte, juntamente com o Formula One Group e a FIA, para levá-lo ao seu nível atual".

"Com a notícia de nosso financiamento adicional, temos o prazer de confirmar que a LKYSUNZ está preparada para atender à solicitação das equipes e fazer um pagamento anti-diluição de US$ 600 milhões, embora o ciclo atual do Regulamento Financeiro preveja US$ 200 milhões."

"Esperamos continuar nossas discussões positivas com a FIA e estamos muito satisfeitos com o apoio financeiro de nossos parceiros", completou o dirigente, que esteve envolvido no projeto da Panthera de entrar na F1 entre 2019 e 2020.

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