Relembre a história vitoriosa de Sir Frank Williams e sua equipe na F1

Juntos, dirigente e time de Grove tiveram trajetória repleta de altos e baixos na categoria máxima do automobilismo mundial; Frank morreu neste domingo aos 79 anos

Relembre a história vitoriosa de Sir Frank Williams e sua equipe na F1
Carregar reprodutor de áudio

Neste domingo (28), Sir Frank Williams, um dos nomes mais importantes da história da Fórmula 1 morreu aos 79 anos. Fundador da equipe que leva seu sobrenome, ele construiu uma história de sucesso e colocou sua escuderia entre os times mais tradicionais da categoria máxima do automobilismo mundial, deixando um mítico legado.

Leia também:

Fundado oficialmente no final dos anos 1970, o carismático time garagista de Grove e seu fundador têm história ligada à elite do esporte a motor desde o fim da década anterior, quando o jovem Frank já trabalhava na F1. 

Desde os primórdios da Williams até a atualidade, o dirigente superou perrengues, comemorou glórias, sofreu grave acidente e teve de lidar com a morte de pilotos como Ayrton Senna. Confira a história da equipe e alguns capítulos de seu fundador na galeria abaixo:

Patrick Nève, 1977
Patrick Nève, 1977
1/50
A Williams estreou oficialmente como equipe na F1 em 1977, com o belga Patrick Nève como piloto. À época, o grupo ainda não era construtor, já que usava um carro da March.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Alan Jones, Williams Ford-Cosworth FW06, 1978
Alan Jones, Williams Ford-Cosworth FW06, 1978
2/50
Foi neste ano que a Williams se tornou um construtor, com Jones como piloto. Seu melhor resultado foi um segundo lugar nos Estados Unidos.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Clay Regazzoni, Williams Ford-Cosworth FW07, 1979
Clay Regazzoni, Williams Ford-Cosworth FW07, 1979
3/50
Na primeira temporada com dois pilotos, vieram as primeiras vitórias com Jones, que terminou o ano em terceiro. Já o suíço Regazzoni ficou em quinto.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Carlos Reutemann, Williams Ford-Cosworth FW07B, 1980
Carlos Reutemann, Williams Ford-Cosworth FW07B, 1980
4/50
Depois de ensaiar o título em 1979, Jones levantou a taça no ano seguinte, superando o brasileiro Nelson Piquet, então na Brabham. Substituto de Regazzoni, o argentino Reutemann foi o terceiro, contribuindo para o primeiro mundial de construtores da Williams.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Carlos Reutemann, Williams Ford-Cosworth FW07C, 1981
Carlos Reutemann, Williams Ford-Cosworth FW07C, 1981
5/50
Nesta temporada, Reutemann superou Jones e foi o vice-campeão, à frente do australiano. Piquet conquistou seu primeiro título. Entretanto, a Williams foi a campeã de construtores.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Keke Rosberg, Williams Ford-Cosworth FW08, 1982
Keke Rosberg, Williams Ford-Cosworth FW08, 1982
6/50
Em ano atribulado, a Williams teve quatro pilotos se alternando em dois carros. Além de Reutemann, o norte-americano Mario Andretti, o irlandês Derek Daly e o finlandês Keke Rosberg. Este venceu apenas uma vez, mas foi consistente para conquistar seu único título. A Ferrari foi a campeã de construtores.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Keke Rosberg, Williams Ford-Cosworth FW08C, 1983
Keke Rosberg, Williams Ford-Cosworth FW08C, 1983
7/50
Nesta temporada, Rosberg teve o francês Jacques Laffite como companheiro (o britânico Jonathan Palmer também disputou uma prova). Entretanto, eles não brigaram pelo tíulo de pilotos e nem pelo de construtores. Piquet foi bicampeão e a Ferrari a melhor equipe.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Keke Rosberg, Williams-Honda FW09, 1984
Keke Rosberg, Williams-Honda FW09, 1984
8/50
No ano em que o austríaco Niki Lauda conquistou seu terceiro título, Rosberg e Laffite não foram capazes de brilhar, exceto pela vitória do finlandês em Dallas.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Keke Rosberg, Williams-Honda FW10, 1985
Keke Rosberg, Williams-Honda FW10, 1985
9/50
Nesta temporada, o britânico Nigel Mansell estreou pela equipe. Ele terminou o ano em sexto, atrás de Rosberg, terceiro. A Williams também foi terceira. O francês Alain Prost conquistou seu primeiro título com a McLaren.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Nelson Piquet, Williams-Honda FW11, 1986
Nelson Piquet, Williams-Honda FW11, 1986
10/50
No primeiro ano como 'sucessor' de Rosberg, Piquet terminou em terceiro, atrás de Mansell. Prost foi o campeão, mas a Williams faturou entre os construtores. Foi neste ano que Frank Williams sofreu o grave acidente que o deixou paralítico, após bater de carro nas cercanias de Paul Ricard, na França, durante a pré-temporada.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Nelson Piquet, Williams-Honda FW11B, 1987
Nelson Piquet, Williams-Honda FW11B, 1987
11/50
O brasileiro conquistou seu tricampeonato batendo Mansell na batalha interna da Williams, que chegou ao seu quarto mundial de construtores.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Nigel Mansell, Williams-Judd FW12, 1988
Nigel Mansell, Williams-Judd FW12, 1988
12/50
Depois do tri, Piquet foi para a Lotus. Seu substituto foi o italiano Riccardo Patrese. Mal, a Williams esteve longe da dominante McLaren, que viu o brasileiro Ayrton Senna conquistar seu primeiro título sobre o companheiro Prost.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Thierry Boutsen, Williams-Renault FW13, 1989
Thierry Boutsen, Williams-Renault FW13, 1989
13/50
Mansell foi para a Ferrari. Em seu lugar, veio o belga Thierry Boutsen, que terminou o ano em quinto. Patrese foi o terceiro e a Williams foi a vice entre os construtores, atrás da McLaren, que viu o tricampeonato de Prost.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Thierry Boutsen, Williams-Renault FW13B, 1990
Thierry Boutsen, Williams-Renault FW13B, 1990
14/50
Boutsen e Patrese foram sexto e sétimo, respectivamente, e a Williams caiu para o quarto posto entre os construtores, liderados pela McLaren. Senna bateu Prost, que fora para a Ferrari, e conquistou seu segundo título.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Nigel Mansell, Williams-Renault FW14, 1991
Nigel Mansell, Williams-Renault FW14, 1991
15/50
De volta após a passagem pela Ferrari, Mansell foi vice, assim como a Williams. Os vencedores foram Senna e McLaren.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Nigel Mansell, Williams-Renault FW14B, 1992
Nigel Mansell, Williams-Renault FW14B, 1992
16/50
Foi neste ano que Mansell conquistou seu sonhado título. Patrese foi o vice e a Williams sobrou entre os construtores, tendo feito um dos carros mais icônicos de toda a história da F1.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Alain Prost, Williams-Renault FW15C, 1993
Alain Prost, Williams-Renault FW15C, 1993
17/50
Patrese foi para a Benetton ao lado do alemão Michael Schumacher e Frank Williams contratou Prost, de volta após ano sabático. O chefe da equipe não garantiu privilégio ao campeão Mansell, que deixou a F1 insatisfeito e foi faturar a Indy. Seu substituto foi o britânico Damon Hill. A Williams seguiu avassaladora e não deu chances aos outros construtores, enquanto Prost ganhou seu tetra tranquilo, com Hill como vice.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Ayrton Senna, Williams-Renault FW16, 1994
Ayrton Senna, Williams-Renault FW16, 1994
18/50
Neste ano, Frank Williams se movimentou para contratar Senna, o que deu certo e acabou contribuindo para a aposentadoria de Prost. Entretanto, a mudança de regulamentos da F1 acabou prejudicando a Williams, que perdeu a vantagem enorme e passou a ter a concorrência da Benetton de Schumacher. Senna acabaria morrendo no GP de San Marino e o alemão foi o vencedor da temporada, à frente de Hill. Mansell e o escocês David Coulthard se alternaram como substitutos do brasileiro e contribuíram para o título de construtores da equipe britânica.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Damon Hill, Williams-Renault FW17, 1995
Damon Hill, Williams-Renault FW17, 1995
19/50
Nesta temporada, Hill e Coulthard foram os pilotos. O britânico voltou a sucumbir diante de Schumacher, enquanto o escocês foi o terceiro. E o título de construtores ficou mesmo com a Benetton, já que Schumi pontuou demais e seu companheiro britânico Johnny Herbert ficou em quarto.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Damon Hill, Williams-Renault FW18, 1996
Damon Hill, Williams-Renault FW18, 1996
20/50
Neste ano, Schumacher foi para a Ferrari e abriu o caminho para o título de Hill, que bateu o companheiro novato Jacques Villeneuve, do Canadá. A Williams reconquistou o título de construtores.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Jacques Villeneuve, Williams-Renault FW19, 1997
Jacques Villeneuve, Williams-Renault FW19, 1997
21/50
Apesar da glória, Hill foi dispensado (e comunicado da decisão antes mesmo do fim da temporada 1996) para dar lugar ao alemão Heinz-Harald Frentzen. Com isso, a Williams chegou ao quarto campeão que deixou a equipe no ano seguinte ao título (os outros foram Piquet, Mansell e Prost). Villeneuve se aproveitou e conquistou seu único título na F1, superando o novo companheiro. Mais um título de construtores para a galeria britânica.

Foto de: LAT Images

Heinz-Harald Frentzen, Williams-Mecachrome FW20, 1998
Heinz-Harald Frentzen, Williams-Mecachrome FW20, 1998
22/50
Nesta temporada, a Renault saiu da F1 como fornecedora de motores e a Williams fez parceria com a Mecachrome. Apesar de a nova unidade ter relação com a montadora francesa, o rendimento caiu e a McLaren foi dominante. Impulsionada pela Mercedes, a equipe britânica faturou o título de construtores e o de pilotos com o finlandês Mika Hakkinen.

Foto de: LAT Images

Ralf Schumacher, Williams-Supertec FW21, 1999
Ralf Schumacher, Williams-Supertec FW21, 1999
23/50
O nome Mecachrome mudou para Supertec, mas o rendimento seguiu inferior ao de McLaren e Ferrari. Os italianos levaram entre os construtores e Hakkinen foi bi. Neste ano, Villeneuve e Frentzen deram lugar ao alemão Ralf Schumacher e ao italiano Alessandro Zanardi, mas o desempenho não melhorou.

Foto de: LAT Images

Jenson Button, Williams-BMW FW22, 2000
Jenson Button, Williams-BMW FW22, 2000
24/50
Neste ano, a parceria de fornecimento de motores com a BMW começou e a Williams voltou a ganhar força. Com o britânico Button na vaga de Zanardi, a equipe ficou em terceiro entre os construtores.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Ralf Schumacher, Williams-BMW FW23, 2001
Ralf Schumacher, Williams-BMW FW23, 2001
25/50
Button foi para a Benetton e o colombiano Juan Pablo Montoya assumiu a vaga. A Williams se consolidou como terceira força, atrás da consolidada Ferrari (que conquistou o bi consecutivo entre construtores e pilotos, com Michael Schumacher) e da McLaren.

Foto de: BMW AG

Juan Pablo Montoya, Williams-BMW FW24, 2002
Juan Pablo Montoya, Williams-BMW FW24, 2002
26/50
O colombiano foi mantido ao lado de Ralf Schumacher e ficou em terceiro entre os pilotos, atrás de Michael e do brasileiro Rubens Barrichello, também da Ferrari. A BMW foi vice de construtores.

Foto de: BMW AG

Ralf Schumacher, Williams-BMW FW25, 2003
Ralf Schumacher, Williams-BMW FW25, 2003
27/50
Novamente, Montoya ficou em terceiro (desta vez atrás de Michael e do finlandês Kimi Raikkonen, da McLaren) e a Williams foi vice.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Juan Pablo Montoya, Williams-BMW FW26, 2004
Juan Pablo Montoya, Williams-BMW FW26, 2004
28/50
Nesta temporada, o brasileiro Antonio Pizzonia substituiu Ralf Schumacher em duas etapas. Montoya caiu para quinta e a Williams para quarto. O ano também foi o último do monopólio Michael Schumacher/Ferrari.

Foto de: BMW AG

Mark Webber, Williams-BMW FW27, 2005
Mark Webber, Williams-BMW FW27, 2005
29/50
Montoya foi para a McLaren e o australiano Webber assumiu sua vaga, enquanto Pizzonia e o alemão Nick Heidfeld se alternaram para substituir Schumacher, que foi para a Toyota. A Williams caiu para o quinto posto entre os construtores. A Renault e o espanhol Fernando Alonso deram as cartas naquele campeonato.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Nico Rosberg, Williams-Cosworth FW28, 2006
Nico Rosberg, Williams-Cosworth FW28, 2006
30/50
Depois de sucessivas baixas de desempenho, a BMW saiu da F1 e a Williams recorreu aos motores Cosworth. E ao alemão Rosberg, novo companheiro de Webber na vaga de Heidfeld, que foi para a BMW-Sauber. Ambos fizeram temporada modesta e a enfraquecida equipe caiu para o oitavo lugar. Bi de Alonso/Renault.

Foto de: Alessio Morgese

Nico Rosberg, Williams-Toyota FW29, 2007
Nico Rosberg, Williams-Toyota FW29, 2007
31/50
Novo fornecedor de motor, a japonesa Toyota, e novo piloto, o austríaco Alexander Wurz, na vaga de Webber, que foi para a Red Bull. Progresso: quarto posto entre os construtores, liderados pela McLaren de Alonso e do britânico Lewis Hamilton. O campeão foi Raikkonen, em sua 1ª temporada na Ferrari.

Foto de: Glenn Dunbar / Motorsport Images

Kazuki Nakajima, Williams-Toyota FW30, 2008
Kazuki Nakajima, Williams-Toyota FW30, 2008
32/50
O japonês Nakajima assumiu a vaga de Wurz e o time voltou a cair para o oitavo posto. Ferrari campeã de construtores e Hamilton entre os pilotos, para azar do brasileiro Felipe Massa, da escuderia italiana.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Nico Rosberg, Williams-Toyota FW31, 2009
Nico Rosberg, Williams-Toyota FW31, 2009
33/50
Mesmos pilotos, uma posição acima: sétimo lugar. A campeã foi a improvável Brawn, que deu a Button seu único título.

Foto de: Glenn Dunbar / Motorsport Images

Nico Hulkenberg, Williams-Cosworth FW32, 2010
Nico Hulkenberg, Williams-Cosworth FW32, 2010
34/50
A Toyota deixou a F1 e a equipe britânica voltou para os motores Cosworth. Novos pilotos também: o novato alemão Hulkenberg, vindo de título da GP2, e Barrichello, que correra pela Brawn. Neste ano, o alemão Sebastian Vettel conquistou seu primeiro de quatro títulos entre os pilotos. A proporção foi a mesma com a Red Bull entre os construtores. Já a Williams ficou no sexto posto.

Foto de: Andrew Ferraro / Motorsport Images

Rubens Barrichello, Williams-Cosworth FW33, 2011
Rubens Barrichello, Williams-Cosworth FW33, 2011
35/50
Barrichello ganhou um novo companheiro: o venezuelano Pastor Maldonado, que trouxe o patrocínio da PDVSA e desbancou Hulk. E a Williams caiu para o nono lugar.

Foto de: XPB Images

Pastor Maldonado, Williams-Renault FW34, 2012
Pastor Maldonado, Williams-Renault FW34, 2012
36/50
Troca de motor para a unidade da Renault. Barrichello deixou a F1 e foi substituído pelo conterrâneo Bruno Senna. Maldonado venceu o GP da Espanha, mas a Williams ficou apenas no nono posto entre os construtores.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Pastor Maldonado, Williams-Renault FW35, 2013
Pastor Maldonado, Williams-Renault FW35, 2013
37/50
Senna foi substituído pelo finlandês Valtteri Bottas e a Williams se manteve no nono lugar.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW36, 2014
Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW36, 2014
38/50
Com os novos motores turbo-híbridos, a Williams acertou com a Mercedes para o fornecimento das unidades motrizes. E contratou Massa, substituído por Raikkonen na Ferrari. O brasileiro fez uma pole, uma volta mais rápida e dois pódios, terminando o ano em sétimo. Bottas foi o quarto e a Williams despontou como terceira força, atrás da Red Bull e da dominante Mercedes, que viu Hamilton ganhar seu segundo título.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW37, 2015
Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW37, 2015
39/50
Mantendo a dupla de pilotos, a Williams estagnou, mas ainda manteve o terceiro lugar entre os construtores, atrás da Ferrari. Mercedes/Hamilton foram dominantes novamente.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW38, 2016
Valtteri Bottas, Williams-Mercedes FW38, 2016
40/50
Neste ano, Rosberg superou Hamilton na briga da suprema Mercedes. Já a Williams seguiu estagnada e começou sua queda vertiginosa, caindo para o quinto posto entre os construtores.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Lance Stroll, Williams-Mercedes FW40, 2017
Lance Stroll, Williams-Mercedes FW40, 2017
41/50
Massa se aposentaria ao fim de 2016, mas Rosberg resolveu sair por cima e deixou a Mercedes com uma vaga aberta. Ela foi ocupada por Bottas, então a Williams persuadiu o brasileiro a seguir na F1 por mais uma temporada. Ao seu lado, o novato canadense - e rico - Stroll. O playboy conseguiu um pódio altamente improvável em corrida que poderia ter sido vencida por Massa no Azerbaijão, mas o brasileiro quebrou. E a equipe estacionou no quinto lugar entre os construtores, liderados pela Mercedes, que viu Hamilton voltar a ser campeão.

Foto de: Sutton Motorsport Images

Lance Stroll, Williams-Mercedes FW41, 2018
Lance Stroll, Williams-Mercedes FW41, 2018
42/50
Massa deixou a F1 e foi substituído pelo russo Sergey Sirotkin, que seduziu a Williams com o dinheiro de seus patrocinadores. Com uma fraca dupla de pilotos e um carro que parecia ter parado em 2014, a equipe fez sua pior temporada na categoria e ficou na lanterna do campeonato, novamente vencido por Mercedes/Hamilton.

Foto de: Williams

George Russell, Williams-Mercedes FW42, 2019
George Russell, Williams-Mercedes FW42, 2019
43/50
Stroll foi para a Racing Point e Sirotkin foi preterido pelo polonês Robert Kubica, que voltou à F1 ao lado do novato britânico George Russell, campeão da F2 em 2018. Apesar do talento do jovem e do ponto conquistado pelo veterano na Alemanha, a Williams viveu a pior temporada de sua história, superando 2018.

Foto de: Mark Sutton / Motorsport Images

Williams FW43, 2020
Williams FW43, 2020
44/50
No campeonato de 2020, a equipe tentou dar a volta por cima e retomar os tempos de glória na categoria máxima do automobilismo mundial. Kubica foi substituído pelo jovem Latifi, vindo da F2 com boa injeção financeira.

Foto de: Williams F1

Williams FW43, 2020
Williams FW43, 2020
45/50
Apesar de mostrar mais ritmo do que o desastroso 2019, a escuderia acabou sem pontuar, mas apresentou significativa melhora e promessa de anos melhores.

Foto de: Williams F1

Williams FW43, 2020
Williams FW43, 2020
46/50
Zerada nos construtores, terminou em último lugar, mas com esperanças de fazer melhor em 2021. No meio do ano, foi vendida para a Dorilton Capital e, com isso, Claire Williams deixou seu cargo como chefe. Chegava ao fim a história da família no comando do time.

Foto de: Williams F1

Williams FW43B, 2021
Williams FW43B, 2021
47/50
Em 2021, com um carro levemente modificado por manter a base devido à redução de custos causada pelo impacto da pandemia de Covid-19 e diretoria diferente, a Williams manteve a dupla com Russell e Latifi.

Foto de: Mark Sutton / Motorsport Images

Nicholas Latifi, Williams Racing and George Russell, Williams Racing celebrate with the team
Nicholas Latifi, Williams Racing and George Russell, Williams Racing celebrate with the team
48/50
A equipe conquistou os tão sonhados primeiros pontos desde 2019 no GP da Hungria, com o sétimo lugar de Latifi e o oitavo de Russell (mostrados como oitavo e nono antes das penalidades que os fizeram ganhar colocações). Ambos também pontuaram pela primeira vez na categoria.

Foto de: Williams

George Russell, Belgian GP
George Russell, Belgian GP
49/50
Uma corrida depois, em Spa-Francorchamps, Russell subiu ao pódio pela primeira vez sua carreira. O britânico conquistou o segundo lugar de forma incrível em uma classificação chuvosa do GP da Bélgica e, como não houve corridas pelas condições adversas no domingo, o grid de largada definiu o resultado. Latifi também pontuou mais uma vez, com a nona colocação.

Foto de: Alastair Staley / Motorsport Images

George Russell, Williams FW43B
George Russell, Williams FW43B
50/50
Com mais pontos conquistados por Russell nos GPs da Itália e Rússia, a Williams ocupa no momento a oitava colocação dos construtores em 2021, à frente de Alfa Romeo e Haas, com duas corridas restando para o fim da temporada no fechamento dessa matéria. Após amargar a lanterna por três anos consecutivos, a escuderia de Grove começa a encontrar a luz no fim do túnel.

Foto de: Mark Sutton / Motorsport Images

SCHUMACHER FURIOSO com SENNA em Interlagos? Saiba da TRETA entre os campeões que POUCOS se lembram

Assine o canal do Motorsport.com no YouTube

Os melhores vídeos sobre esporte a motor estão no canal do Motorsport.com. Inscreva-se já, dê o like ('joinha') nos vídeos e ative as notificações, para sempre ficar por dentro de tudo o que rola em duas ou quatro rodas.

Podcast #148: O jogo virou a favor da Mercedes? Quem é o favorito ao título?

 

SIGA NOSSO PODCAST GRATUITAMENTE:

compartilhar
comentários
Sir Frank Williams, lendário chefe de equipe da F1, morre aos 79 anos
Artigo anterior

Sir Frank Williams, lendário chefe de equipe da F1, morre aos 79 anos

Próximo artigo

Nomes da Fórmula 1 homenageiam Sir Frank Williams nas redes sociais

Nomes da Fórmula 1 homenageiam Sir Frank Williams nas redes sociais
Carregar comentários