Suzuki prevê retorno de Rins em teste pós-GP da Catalunha

Alex Rins, que se recupera de fraturas sofridas em queda em Austin, deve retornar às pistas no teste pós-GP da Catalunha, em junho, segundo a Suzuki

Suzuki prevê retorno de Rins em teste pós-GP da Catalunha
Alex Rins, Team Suzuki MotoGP
Jonas Folger, Monster Yamaha Tech 3, Alex Rins, Team Suzuki MotoGP
Alex Rins, Team Suzuki MotoGP
Alex Rins, Team Suzuki MotoGP
Alex Rins, Team Suzuki MotoGP
Alex Rins, Team Suzuki MotoGP
Alex Rins, Team Suzuki MotoGP
Alex Rins, Team Suzuki MotoGP

Alex Rins sofreu fraturas no pulso e no antebraço esquerdo em uma queda durante os treinos livres para o GP dos Estados Unidos, ausentando-se da prova em Austin. Rins já foi operado pelo dr. Xavier Mir em Barcelona e duas placas de titânio foram colocadas no braço do espanhol para manter os ossos no lugar.

O período de ausência de Rins era inicialmente de seis semanas, com Takuya Tsuda, piloto de testes da Suzuki, tendo substituído o titular no GP da Espanha. Para o GP da França, próxima etapa do campeonato, o time nipônico terá o veterano Sylvain Guintoli ocupando a moto do espanhol.

Entretanto, essa vaga deve ficar disponível por mais tempo. Entende-se que Rins deve perder também os GPs da Itália e da Catalunha. Existe a possibilidade de Rins voltar em Barcelona, mas a Suzuki só colocará o piloto na pista se ele estiver totalmente recuperado.

"Queremos que Alex retorne somente se estiver 100% pronto para pilotar e a condição física não restrinja nenhum movimento dele", disse Davide Brivio, chefe da Suzuki, ao Motorsport.com.

Dados provam que Rins pode ser "muito veloz"

Rins, que terminou entre os três primeiros na Moto3 em 2013 e 2014, repetindo o feito na Moto2 em 2015 e 2016, tem enfrentado um início complicado na MotoGP, com a evolução sendo freada por lesões.

O espanhol contundiu as costas logo na estreia com a Suzuki, no teste de pós-temporada em Valência. Depois, correu na Argentina com o tornozelo direito fraturado - consequência de um acidente enquanto treinava de motocross. Por fim, a queda em Austin, que o forçou a perder etapas da temporada 2017.

Enquanto novatos como Johann Zarco e Jonas Folger têm vivido uma transição muito mais tranquila para a MotoGP, Rins, que terminou em nono na estreia, em Losail, tem sido apoiado por Brivio - que acredita que o espanhol tem potencial para render bem na classe principal do Mundial de Motovelocidade.

"Estamos muito felizes com Rins, pois temos visto o quanto ele é talentoso", disse. "Os dados e o estilo de pilotagem nos fazem acreditar que ele pode ser muito veloz em uma moto da MotoGP. A técnica dele é boa, mas ele não tem conseguido mostrar isso até agora devido às lesões."

"Este início seria importante para que ele pudesse ter um fim de temporada forte, mas tudo foi adiado. Rins tem muito potencial, mas experiência não é algo que você compra", ponderou.

Guintoli espera continuar na moto depois de Le Mans

Guintoli, que já passou pela MotoGP e foi campeão no Mundial de Superbike, está confirmado apenas para a prova em Le Mans, mas existe a possibilidade de permanência até que Rins possa voltar à moto, já que o Britânico de Superbike, onde o francês disputa toda a temporada, não retorna antes do GP da Catalunha.

Questionado se gostaria de seguir com a Suzuki até que Rins esteja pronto para voltar, Guintoli respondeu ao Motorsport.com: "Sim, essa é a ideia. No momento, nada está confirmado, mas o fato de eu estar livre é bom. A equipe quer que Alex volte quando estiver totalmente recuperado."

Antes de retornar à MotoGP para correr em casa, o piloto de 34 anos ficou a mais de 2s5 do tempo de Maverick Viñales no teste oficial de Jerez, na última segunda-feira, não sabe qual será o desempenho dele em Le Mans.

"Em termos de resultado, não há pressão", disse Guintoli ao Motorsport.com. "Todos sabem que se readaptar à MotoGP é um desafio e tanto, assim como a adaptação aos pneus Michelin. Creio que será uma experiência muito bonita e um desafio do ponto de vista esportivo", completou.

Reportagem adicional por Lena Buffa

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