NASCAR Brasil: Moscato relata experiência em oval tradicional dos Estados Unidos

Piloto participou de uma das corridas do Snowball Derby, conseguindo um top 10 mesmo em sua primeira experiência em oval

Diogo Moscato

Diogo Moscato

Luciano Santos

O intercâmbio entre brasileiros e norte-americanos é intenso, envolvendo a NASCAR Americana e a NASCAR Brasil Sprint Race, mesmo no primeiro ano da parceria entre as duas categorias.

Além da seletiva que possibilitou Arthur Gama a tentar uma vaga em uma das equipes que atuam nas categorias de acesso da NASCAR, outro astro do campeonato brasileiro, Diogo Moscato, pôde fazer parte de um dos eventos mais tradicionais do esporte a motor americano durante as férias, o Snowball Derby.

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Moscato correu nos Modifieds com a MCM Racing Development, competindo com outros 23 pilotos. O piloto da Bahia também estreava em ovais e obteve bons resultados, como ele próprio relata com exclusividade ao Motorsport.com.

“Recebi uma ligação do Thiago Marques, falando que havia surgido a possibilidade de fazer esse evento”, disse Moscato sobre como essa história iniciou. “E conforme as coisas foram andando, o Beto Monteiro foi quem tinha me indicou para equipe. Então, eu agradeço muito a ele pela oportunidade e depois disso, só foi discutir os planos.”

“Chegou o dia do treino e da corrida, fomos muito bem, classificamos em 13º, mas na prova conseguimos acelerar ainda mais e terminamos na volta do líder, em 8º, um top 10.”

“A equipe ficou muito feliz, então acho que foi um fim de semana quase perfeito, consegui terminar a corrida sem problema algum, e aprendi bastante.”

 

Moscato comentou como teve que aprender ‘na marra’ como lidar com um carro que não está acostumado a lidar, além do traçado oval de apenas meia milha (aproximadamente 800 metros).

“Eu já corri bastante simulador no iRacing em ovais, mas a adaptação em si foi muito mais na pista do que em simulador. Os costumes de um circuito misto não se aplicam lá. Não tem retrovisor, você não consegue olhar para os lados, tudo é base das informações do spotter e também em pensar onde o cara vai estar.”

“Então, essa foi a parte mais difícil, também com a cavalaria do motor de 650 cavalos, era muito rápido, mas foi uma adaptação boa e achei muito legal essa experiência.”

Sobre se esta foi a primeira de várias experiências nos Estados Unidos, Moscato – que estuda na terra do Tio Sam, revelou: “Teremos novidades em breve, mas se tudo der certo, vão ser boas novidades, sim”, concluiu.

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