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Atraso de fretes têm potencial para "causar estragos" na F1, diz chefe da Red Bull

Problemas vão muito além do atraso, com o valor dos fretes aumentando dramaticamente nos últimos anos, devido à pandemia e a guerra na Ucrânia

Freight

O mercado mundial de logística sofre importantes complicações causadas pela Covid-19 e a guerra na Ucrânia, levando a problemas na cadeia global de fornecimentos e atrasos generalizados de fretes. E para o chefe da Red Bull, Christian Horner, qualquer problema que a Fórmula 1 enfrente neste ano com fretes pode "causar estragos" na temporada 2022.

A MotoGP já foi afetada por isso, tendo que cancelar o primeiro dia de atividades para o GP da Argentina, precisando reorganizar todo o cronograma do fim de semana devido ao atraso na chegada de frente.

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E a F1 também teve suas dores de cabeça. A Haas perdeu a primeira sessão dos testes no Bahrein após o atraso na chegada de seu frete devido a um problema no avião, enquanto a DHL precisou organizar uma "missão de resgate" para recuperar equipamentos de equipes antes do GP da Austrália, devido a um atraso na programação do navio responsável.

Em 2022, a F1 vive a maior temporada de sua história, com a expectativa de realizar 23 corridas, e a segunda metade do ano é particularmente compacta, devido à necessidade de finalizar o campeonato antes do início da Copa do Mundo do Catar em novembro.

Com isso, teremos várias rodadas duplas e triplas com pouca janela para erros, o que abre o risco de atrasos, deixando equipes sem equipamentos para um fim de semana. Horner admite que a situação não é fácil, e que isso vem em um momento em que o paddock vive um aumento dramático no custo dos transportes.

"É um grande desafio. Temos um calendário muito complicado com programações bem apertadas, e com algumas rodadas duplas e triplas a caminho, obviamente perder o frete por um período de tempo pode causar estragos".

Freight arrives

Freight arrives

Photo by: John Toscano / Motorsport Images

"Então esse é um assunto que estamos trabalhando em proximidade com o pessoal de logística e a F1. Mas, claro, há a questão do custo, e acho que o frete está quase o dobro neste ano".

Antes do GP da Austrália, Paul Fowler, vice-presidente de logísticas de automobilismo da DHL, comentou sobre esse aumento no preço dos fretes: "Há quase uma guerra de lances agora. Os valores de containers da Europa para a Ásia e para a Europa de volta que antes custavam cerca de 900 dólares agora custam 20 mil dólares".

"Estamos vendo isso no custo de vida, estamos vendo a inflação subir no mundo e acho que, quando consideramos que o frete está dentro do teto orçamentário, precisamos encontrar uma saída sensata que considere esses custos causados pela inflação", disse Horner.

O aumento de custos, aliado ao risco de atrasos, força as equipes a serem mais cautelosas sobre o envio de materiais, incluindo atualizações, de última hora. 

Franz Tost, chefe da AlphaTauri, disse: "É um grande desafio, devido ao calendário apertado. Mas estamos cientes disso, o que significa que temos que lidar com isso e ficarmos preparados. Atividades de última hora não são mais possíveis e, como competidor, os custos estão subindo dramaticamente. Isso significa que, do lado da logística, temos problemas a resolver".

"Espero que todas as equipes tenham, a tempo, seus carros e equipamentos na pista, que não soframos com atraso como aconteceu na MotoGP".

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