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Sergio Pérez: “A F1 seguirá sendo perigosa com o Halo”

Piloto da Force India diz estar convencido de que Halo teria salvo vidas, mas faz ressalvas ao equipamento e garante que F1 continuará a ser perigosa

Pierre Gasly, Red Bull Racing RB12 Test Driver running the Halo cockpit cover
Sebastian Vettel, Ferrari SF16-H running the Halo cockpit cover
Pierre Gasly, Red Bull Racing RB12 Test Driver running the Halo cockpit cover
Pierre Gasly, Red Bull Racing RB12 Test Driver running the Halo cockpit cover
Pierre Gasly, Red Bull Racing RB12 Test Driver running the Halo cockpit cover
Pierre Gasly, Red Bull Racing RB12 Test Driver running the Halo cockpit cover
Pierre Gasly, Red Bull Racing RB12 Test Driver running the Halo cockpit cover
Sergio Perez, Sahara Force India F1
Sebastian Vettel, Ferrari SF16-H running the Halo cockpit cover

Os pilotos da F1 foram convocados pela FIA para uma reunião no final de semana do GP da Hungria para conhecer mais detalhes do funcionamento do Halo, que a entidade planeja introduzir em 2017. 

"Quando o vi pela primeira vez e escutei comentários que não seria bom, cheguei a pensar que não era o caminho a seguir, mas quando a FIA nos mostrou as vidas que poderiam ter sido salvas, definitivamente é preciso apoiá-lo", disse o piloto mexicano, antes de ponderar. "Mesmo que não seja algo 100% seguro pois algumas vezes pode até piorar a situação". 

"Visualmente não é a melhor coisa. Os carros de F1 deveriam ser abertos, mas quando se vê as vidas desperdiçadas, é algo pela qual nossa geração deveria pressionar pois com o Halo podíamos ter muitos pilotos que já se foram", emendou "Checo".

"Quando as pessoas falam que a F1 deve ser perigosa, obviamente que ela é muito perigosa, e com o Halo continuará sendo". 

"O que aconteceu com Jules (Bianchi) teria acontecido mesmo com o Halo. Quando se dirige a 300 km/h não deveriam dizer que este esporte já não é perigoso. Segue sendo muito perigoso".  

O mexicano afirmou também que ainda há muito trabalho a fazer por parte da FIA antes de implementar definitivamente o Halo nos carros da F1. 

"Penso que é preciso fazer alguns progressos, mas a primeira impressão é que está avançando".   

"Por exemplo, em alguns casos o Halo pode jogar algo contra o seu corpo, contra o seu ombro, então pode até ser pior em alguns casos".  

Reportagem adicional de Oleg Karpov

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