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Ticktum quer resolver questão “irritante” de superlicença

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Ticktum quer resolver questão “irritante” de superlicença
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16 de nov de 2018 19:46

Piloto do programa da Red Bull quer ter a superlicença o quanto antes

O inglês, que, por não ter a documentação adequada, sequer pôde testar um carro de F1 neste ano (mesmo que testes não exijam superlicença), espera ter todas as questões resolvidas antes do começo da temporada.

Ticktum precisa de 40 pontos para isso, e ele atualmente apenas tem 32 – 25 por seu vice-campeonato na F3 Europeia, cinco por sua vitória no GP de Macau no ano passado e dois pelo sexto lugar na MSA Fórmula, em 2015.

Ele perderá os pontos de 2015 após este ano (já que os pontos duram três temporadas), e ainda aguarda pelo esclarecimento da FIA para ver se os cinco pontos dados pela entidade britânica do automobilismo contarão para a superlicença em vez de apenas contar para a emissão da carteira internacional A.

Também há a possibilidade de Ticktum vencer mais cinco pontos neste fim de semana, caso vença novamente o GP de Macau.

Uma vez que confirme os pontos que terá neste ano, Ticktum decidirá seus próximos passos. Ele cogita a possibilidade de competir em categorias como a Toyota Racing Series, da Nova Zelândia, para tentar alcançar os 40 pontos.

“Tem sido um pouco irritante”, disse Ticktum ao Motorsport.com. “[Agora] Tenho o suficiente para testar e fazer tudo. A única coisa que não posso ainda é correr.”

“Então, tenho o suficiente para fazer treinos livres e todo o resto, mas preciso ter 40 no começo da próxima temporada, porque nunca sabemos o que irá acontecer. Então, veremos.”

“Há muitas oportunidades as quais posso usar: MRF Challenge e a Toyota Racing Series Se houver um jeito, farei isso.”

A MRF atualmente não oferece pontos de superlicença, e Ticktum perderá a rodada de abertura do campeonato por casar com a corrida de Macau deste fim de semana.

A MRF e a TRS geralmente são usadas por pilotos que estão em degraus mais baixos no automobilismo e que buscam acumular quilometragem no período de descanso das competições na Europa.

Já a TRS atualmente dá apenas sete pontos para o campeão, e isso pode ser prejudicado por uma regra da FIA que cede apenas 75% destes pontos em um campeonato que tem menos de 16 classificados. A TRS teve 14 competidores em sua última temporada.

Mesmo assim, Ticktum disse que não espera correr na F1 em 2019. Então, seu foco é obter a superlicença em caso de uma oportunidade excepcional durante a temporada.

Ele afirmou que uma campanha na Super Fórmula japonesa é “muito, muito provável”.

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Sobre esta matéria

Categoria Fórmula 1
Pilotos Dan Ticktum
Autor Jonathan Noble