Vettel reafirma idolatria por Schumacher com acidente de esqui prestes a completar 10 anos

Alemão também comentou como fãs podem julgar outras estrelas dos esportes, como Lionel Messi ou Erling Haaland

Michael Schumacher, 1st position, celebrates securing his fifth world drivers' championship on the podium

Michael Schumacher, 1st position, celebrates securing his fifth world drivers' championship on the podium

LAT Images

No final de 2022, a Fórmula 1 se despediu de Sebastian Vettel, que entrou para os livros de história do esporte com seus quatro títulos mundiais. O alemão, provavelmente, nunca mais voltará às pistas, mas acompanha os acontecimentos de perto, até porque tenta tornar o esporte mais sustentável.

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“Nos esportes, as coisas estão mudando constantemente. Na verdade, estão mudando muito rapidamente”, disse Vettel à imprensa alemã. “Isso é bom, porque o tempo avança e não retrocede, o tempo não pode parar.”

Vettel também falou sobre seu grande ídolo, Michael Schumacher. No dia 29 de dezembro serão 10 anos do acidente de esqui na França e que desde então são divulgadas pouquíssimas notícias sobre ele.

“Alguém como Michael permanecerá sempre um nome familiar, porque os seus sucessos e estatísticas serão para sempre visíveis, mas as peculiaridades de sua personalidade também permanecerão”, continuou.

O próprio Michael Schumacher estabeleceu muitos recordes durante sua carreira e, embora Lewis Hamilton tenha quebrado alguns durante seu período dominante na Mercedes, o alemão continua sendo um dos maiores nomes da história da F1.

“Michael tinha esse vínculo especial com a Ferrari, ele conquistou as maravilhas do campeonato mundial, montou uma equipe lá e eles ficaram juntos por tanto tempo. É difícil imaginar que Schumacher ou Michael Jordan, por exemplo, serão julgados de forma diferente ao longo do tempo.”

“Eles nunca desaparecerão dos livros de história ou das memórias de fãs obstinados, mas para muitas crianças hoje, Michael Schumacher é um nome menos conhecido do que eu.”

Ao mesmo tempo, Vettel sabe que o foco dos fãs das novas gerações está em outros atletas, por isso o nome de Michael Schumacher pode não ser tão atraente para crianças em comparação com as estrelas de hoje.

"Ele foi um herói da minha geração. No futuro, talvez Lionel Messi seja um nome menos conhecido do que Erling Haaland. Mas isso é bom, porque cada época escreve as suas próprias histórias, cada época tem seus heróis.”

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