F1: Conheça os 'anjos da guarda' que 'salvaram' Grosjean de acidente no Bahrein

Piloto Alan van der Merwe e médico Ian Roberts auxiliaram francês da Haas a sair 'de dentro' das chamas em Sakhir

Romain Grosjean, Haas F1

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Foto de: Andy Hone / Motorsport Images

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Foto de: Mark Sutton / Motorsport Images

Neste domingo, o mundo da Fórmula 1 ficou apreensivo em função do forte acidente de Romain Grosjean, que bateu de frente contra um guard rail e foi coberto por chamas após seu carro se partir ao meio e 'explodir' no GP do Bahrein, em Sakhir. Veja no vídeo abaixo:

 

Após toque na AlphaTauri do russo Daniil Kvyat, o francês da Haas bateu a mais de 200km/h em uma colisão frontal com força de 53G. O piloto 'inalou o incêndio' durante quase 30 segundos, mas conseguiu sair de 'dentro' do fogo com a ajuda de duas pessoas.

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Os 'anjos da guarda' de Grosjean foram o piloto do carro médico da F1, o sul-africano Alan van der Merwe, e o delegado médico da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), o britânico Ian Roberts. 

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Além deles, os comissários de pista de Sakhir, que também auxiliaram no resgate com extintores de incêndio. Todos enfrentaram o forte calor das chamas decorrentes da batida para ajudar Grosjean a sair da bola de fogo na qual parte do seu carro se transformou.

No fim das contas, com o auxílio do halo, o piloto conseguiu resistir ao impacto da colisão, manteve-se consciente e reuniu forças para sair do carro, sendo imediatamente ajudado por van der Merwe e Roberts, que enfrentaram o incêndio mesmo com capacetes abertos.

É possível notar, inclusive, que van der Merwe ficou com o rosto consideravelmente vermelho durante o processo de 'resgate', já que se juntou a Roberts na tentativa de tirar Grosjean da 'explosão' causada pelo acidente.

 

Enquanto Grosjean teve queimaduras nas mãos, a dupla de 'anjos da guarda' conseguiu escapar praticamente ilesa e falou sobre os fatos ocorridos neste fim de semana no Bahrein, que também sediará o GP de Sakhir no próximo domingo, no anel externo da pista desértica.

Piloto do carro médico da F1 se assustou com chamas

“Eu nunca tinha visto tanto fogo nos meus 12 anos [de experiência na F1]. Nós precisamos de um tempo para processar o que aconteceu. Precisamos apenas de um segundo ou dois, mas pareceu uma eternidade", disse van der Merwe.

"Aí o Grosjean conseguiu sair do carro por conta própria, o que é consideravelmente impressionante para um incidente como esse. Só conseguimos nos aliviar quando voltamos e vimos que ele estava bem”, seguiu.

“Isso só mostra que todos os sistemas que desenvolvemos, tudo funcionou lado a lado, o halo, as barreiras, os cintos de segurança, tudo funcionou como deveria. Sem apenas uma dessas coisas, poderia ter sido um resultado muito diferente", completou o sul-africano.

Médico relata viseira derretida e primeiro atendimento a Grosjean

Já Roberts disse: “Estávamos seguindo normalmente na volta quando vi uma chama enorme. Quando chegamos perto, era uma cena estranha. Metade do carro apontava para a direção contrária e a outra metade estava dentro da barreira de pneus, além de um calor intenso."

“Apenas olhei ao redor e Romain estava tentando sair. Precisávamos de alguma forma chegar até ele. Um fiscal já estava com o extintor de incêndio e foi suficiente para afastar o fogo para que Romain pudesse sair”, seguiu.

“A viseira [do capacete de Grosjean] estava derretida e eu precisava tirá-lo para verificar se ele estava bem. Romain sentia dores no pé e nas mãos. Eu o pus no carro para pôr um pouco de gel em seus braços. Nada entrou no capacete. Do ponto de vista clínico e de vida, estava bem."

"Acho que disse a ele para se sentar. Ele estava obviamente muito trêmulo. Consegui tirar seu capacete para verificar se tudo estava bem. Foram chamas, fumaça e problemas de vias aéreas, mas nada subiu para o capacete. Demos uma olhada no capacete também."

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Sobre esta matéria

Categoria Fórmula 1
Evento GP do Bahrein
Pilotos Romain Grosjean
Equipes Haas F1 Team
Autor Luke Smith