F1: Ferrari trocará motor de Leclerc após colisão no GP da Hungria; piloto será penalizado na próxima mudança

Componente de carro do monegasco ficou inutilizável em incidente com Stroll e ele usará terceira e última unidade de potência permitida na temporada

F1: Ferrari trocará motor de Leclerc após colisão no GP da Hungria; piloto será penalizado na próxima mudança

Charles Leclerc tem grandes chances de receber uma penalidade no grid no final deste ano. A Ferrari descobriu que seu motor ficou inutilizável após colisão com Lance Stroll no GP da Hungria de Fórmula 1. O piloto monegasco abandonou a prova na primeira curva, quando o canadense freou tarde demais, o acertou, e foi para a grama.

A batida danificou gravemente o carro do piloto, o que significou a perda da unidade de potência. Com isso, ele terá que usar o terceiro e último componente permitido sem punições já na etapa da Bélgica. Caso precise do quarto, sofrerá penalidade no grid.

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Em comunicado divulgado na terça-feira, a Ferrari disse: "O exame do SF21 número 16 realizado ontem em Maranello revelou que o motor está irreparavelmente danificado e não pode ser usado novamente, após o impacto do Aston Martin de Lance Stroll."

"Este é mais um golpe para a escuderia e o piloto monegasco. O dano tem um impacto financeiro e também consequências na corrida, visto que, nos 12 finais de semana restantes nesta temporada, é muito provável que a equipe seja obrigada a instalar um quarto ICE (em inglês: motor de combustão interna) ao carro de Charles, resultando assim em punição no grid."

O problema com a unidade de Leclerc ocorre depois de Max Verstappen também sofrer duas perdas potenciais no motor como resultado de colisões. O componente do holandês teve uma rachadura GP da Grã-Bretanha e precisou ser substituído na Hungria, enquanto a unidade de força de Sergio Pérez falhou após ser tocado por Valtteri Bottas na primeira curva de Hungaroring.

Durante o fim de semana, Mattia Binotto, chefe da Ferrari, sugeriu que a F1 poderia considerar uma mudança nas regras que forçaria as equipes rivais a pagar pelos danos causados ​​por acidentes, caso fossem totalmente culpadas. Já a Red Bull pensa que as escuderias deveriam receber isenções no teto de gastos caso sejam prejudicadas em ocorrências do tipo.

"Acho que há valor para discussões em um futuro próximo com os outros diretores de equipe, FIA e F1", disse Binotto. "Obviamente, se você não é culpado, ter tanta dificuldade no limite de orçamento é algo ainda mais importante agora. Devemos adicionar isenções? Não tenho certeza se essa é a solução. Acho que pode ser muito difícil ser policiado."

"Acho que o que podemos considerar é que se um piloto estiver com defeitos no carro, a escuderia do culpado deveria pagar ao menos os outros times pelos reparos. Isso tornará os pilotos mais responsáveis."

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