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F1: Pilotos reclamam que carros atuais são difíceis de seguir como os de 2021 e pedem DRS 'mais poderoso'

Pilotos ressaltam que Monza é um ponto fora da curva devido ao pacote com asa traseira mínima em comparação com outros circuitos

Carlos Sainz, Ferrari SF-23,Max Verstappen, Red Bull Racing RB19

Enquanto o GP da Itália trouxe um grande número de ultrapassagens e disputas, há uma certa preocupação sobre o impacto que o desenvolvimento feito pelas equipes pode ter. Segundo os pilotos da Fórmula 1, mesmo com o retorno do efeito solo, os carros atuais estão ficando tão difíceis de seguir uns aos outros quanto os modelos de 2020 e 2021.

Como forma de aumentar a performance, isso inevitavelmente resulta no aumento das características de outwash do fluxo de ar, que notoriamente dificulta as chances de um carro seguir o da frente.

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É por isso que os principais pilotos acreditam que a F1 precisa depender ainda mais do DRS caso queiram ter esperança de realizar ultrapassagens em certas pistas.

"Em 99% das pistas, acho que vamos precisar do DRS, e vamos precisar de um poderoso, porque esses carros, desde o começo do ano, estão começando a ficar como os de 2020 ou 2021, que era difícil de seguir", disse Carlos Sainz.

"Obviamente Monza é um caso especial porque não somente você tem o DRS, mas você tem também longas retas de vácuo, o que ajuda um pouco o carro de trás, mas nas demias vamos precisar do DRS".

Max Verstappen, cujas ultrapassagens foram auxiliadas neste ano por um DRS bem poderoso da Red Bull, também concorda que os carros atuais estão ficando difíceis de acompanhar.

"Acho que na maioria das pistas vamos sofrer para acompanhar ou ultrapassar. No começo do ano, muitas pessoas estavam reclamando disso".

George Russell, Mercedes W14

George Russell, Mercedes W14

Photo by: Erik Junius

"Temos o luxo de termos um carro rápido, e pudemos fazer ultrapassagens em Miami, onde todos estavam reclamando disso, lembro das reuniões, mesmo com o DRS. Acho que os carros estão ficando cada vez mais eficientes, com cada vez mais downforce. Então é difícil de seguir e eles são mais eficientes nas retas".

"Naturalmente aqui em Monza o DRS tem menos efeito porque o carro quase não tem asa. Mas eu realmente acho que depende da pista. Em Monza, se Carlos colocasse o carro no meio da pista na frenagem para a curva 1, seria impossível fazer algo, porque se eu tentar e ele se mover para a direita, não tem mais espaço".

Sergio Pérez também concorda que a F1 precisa aumentar a efetividade do DRS em certos locais para manter a qualidade das corridas.

"Eu concordo. Acho que menos DRS definitivamente não é o caminho adiante. Lembro que estávamos discutindo aumentar o efeito porque está ficando difícil de seguir os carros".

"Acho que aqui, como Max disse, o efeito do DRS é bem pequeno. Mas não acho que em outros lugares conseguimos correr com menos DRS. Na verdade, precisamos de mais DRS em alguns lugares para termos boas corridas".

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