Wolff defende três carros por equipe na Fórmula 1; entenda

Ideia antiga e amplamente discutida na categoria foi apoiada pelo chefe da Mercedes, que defende mais oportunidades aos jovens da base

Wolff defende três carros por equipe na Fórmula 1; entenda

Toto Wolff, chefe da Mercedes na Fórmula 1, tocou em um assunto discutido há tempos na categoria: a introdução de um terceiro carro por equipe. Com a expansão das academias de pilotos e a quantidade de jovens promissores nos programas das escuderias, são cada vez mais concorrentes para menos vagas.

Desde 2017, apenas 20 carros se alinham no grid. Nos último dias, os rumores de transferências para a temporada de 2022 envolveram muitos nomes e atualmente cinco brigam pelo segundo assento da Alfa Romeo, o último restante: Antonio Giovinazzi, Guanyu Zhou, Nico Hulkenberg, Nyck de Vries e Théo Pourchaire.

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Segundo Wolff, a F1 deveria prezar mais pelas oportunidades aos prospectos das categorias de base: "Acho que precisamos garantir que jovens pilotos talentosos tenham a possibilidade de chegar na divisão. Eu sempre fui a favor, não apenas das sessões obrigatórias de TL1, mas de adicionar uma ou duas corridas, onde eles possam correr e realmente fazer parte, por exemplo, do campeonato de construtores."

"Ainda mais radicalmente, ter um terceiro veículo com um estreante obrigatório, se fosse financeiramente possível. De repente, teríamos um grid de 30 carros e as equipes menores poderiam arcar com fundos dos pilotos ou patrocinadores. Isso pode ser muito emocionante."

O chefe da Red Bull, Christian Horner, concordou com Wolff sobre a quantidade de talentos que não consegue um assento por falta de oportunidades: "Há uma infinidade de jovens na Fórmula 2 que merecem uma chance, e simplesmente não há lugares. Então, tem que esperar que um Kimi [Raikkonen] se aposente para abrir uma vaga."

Apesar disso, ele acredita que as mudanças nos termos financeiros da F1 ajudou as escuderias a se "desprenderem" dos pilotos pagantes e conseguirem operar sem ter que vender um lugar no cockpit.

"Pelo que eu entendo, praticamente todas as equipes estarão dentro do limite de orçamento no próximo ano. Esse é um resultado positivo, porque há pilotos com aportes significativos que não conseguem entrar, já que os times são capazes de operar de forma independente nesses níveis de limite. Mostra que está funcionando, cumprindo seu dever."

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