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Ducati vê benefício em ter duas motos a menos no grid em 2019

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Ducati vê benefício em ter duas motos a menos no grid em 2019
Por:
1 de jan de 2019 14:00

Com saída da equipe Angel Nieto da MotoGP, time italiano entende que será vantajoso simplificar esforço na categoria principal

O chefe técnico da Ducati na MotoGP, Gigi Dall'Igna, acredita que a fabricante italiana irá se beneficiar da “simplificação” que virá com menos motos satélites em 2019. Seis motos privadas competiram ao lado das duas Ducatis de fábrica em 2018, com Angel Nieto e Avintia correndo com motos de 2016 e 2017.

A Nieto desaparecerá do grid em 2019, substituída pela nova equipe satélite da Yamaha, enquanto a Avintia terá duas motos de 2018 para Karel Abraham e Tito Rabat.

Já na Pramac, Jack Miller terá uma moto de 2019 com o novato Francesco Bagnaia ficando com o equipamento de 2018.

“No ano que vem temos duas motos a menos, e isso com certeza é uma pena em termos de dinheiro, porque com certeza as equipes nos ajudam em termos econômicos”, admitiu Dall'Igna.

“Mas no final, você simplifica o sistema, porque até 2018 tínhamos três especificações de motos no grid, e isso não é fácil de gerenciar. Para a próxima temporada, temos três pilotos com motos de 2018, e outros três com motos 2019.”

"Então, com certeza, ganhamos menos, mas em termos de simplificação isso é um passo à frente e eu sempre vejo o copo meio cheio."

Bagnaia, que chega à MotoGP como campeão de Moto2, impressionou nos seus primeiros testes com a Pramac em Valência e Jerez. Ele terá como chefe de mecânicos Cristian Gabarrini, que trabalhava com Jorge Lorenzo até o último ano e foi campeão com Casey Stoner.

Danilo Petrucci, promovido da Pramac para a equipe de fábrica da Ducati como substituto de Lorenzo, continua trabalhando com seu antigo chefe de equipe, Daniele Romagnoli.

Dall'Igna disse que as semelhanças entre os estilos de pilotagem de Bagnaia e Lorenzo foram um fator, mas disse que isso é parte de uma abordagem geral da Ducati.

“Gostaria de sublinhar que abordamos os novos pilotos de uma forma diferente em comparação com os outros fabricantes, porque rodamos os técnicos entre as duas equipes: a Pramac e a equipa de fábrica da Ducati, para termos a continuidade para os pilotos” ele disse.

“Então fizemos isso com Danilo, ele continua com o seu chefe de mecânicos e com o engenheiro eletrônico dele, Cristian Battaglia, também para a próxima temporada, e faremos o mesmo com o Bagnaia.”

“Então Bagnaia terá em sua equipe o engenheiro chefe [Gabarrini] e o engenheiro eletrônico [Tommaso Pagano] de Jorge Lorenzo. Acho importante entender como é importante para a Ducati o desenvolvimento dos novos pilotos.”

Francesco Bagnaia, Pramac Racing

Francesco Bagnaia, Pramac Racing

Photo by: Gold and Goose / LAT Images

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