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MotoGP revela novo regulamento técnico para 2027, com adoção de motores 850cc

Categoria também adotará uma limitação drástica no uso da aerodinâmica

Marc Marquez, Gresini Racing

A MotoGP revelou nesta segunda-feira (06) os detalhes do novo regulamento técnico que será introduzido em 2027, com destaque para a adoção de motores 850cc.

Como revelado em novembro do ano passado pelo Motorsport.com, a MotoGP trata a redução na potência do motor, de 1000cc quatro tempos atuais para 850cc, como um pilar do novo regulamento, que estava sendo desenvolvido em conjunto com as montadoras.

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A Comissão de GPs da categoria confirmou agora os detalhes do novo regulamento. A proposta para reduzir a potência dos motores pela primeira vez desde 2007 foi guiada por uma necessidade de reduzir a velocidade das motos para melhorar a segurança em várias das pistas atuais do calendário.

A MotoGP vem usando motores 1000cc desde 2012, se afastando do problemático regulamento de 800cc adotado em 2007. Antes disso, entre o começo da nova era de quatro tempos da MotoGP em 2002 e em 2006, o motor era de 990cc - assumindo no lugar dos 500cc dois tempos da era GP.

Outra mudança importante para 2027 é a redução da dependência aerodinâmica. Esse tem sido um dos principais campos de batalha da MotoGP nos últimos anos, mas ao custo de um efeito negativo no espetáculo.

Photo by: MotoGP/Dorna

Isso passará a ser controlado através de uma redução no tamanho permitido dos corpos aerodinâmicos na dianteira das motos, enquanto peças na traseira precisam ser homologadas como parte de toda a carenagem aerodinâmica. Cada equipe ainda terá direito a uma atualização por temporada.

Todos os dispositivos de ajuste de altura usados nas largadas, incluindo o holeshot, serão banidos. Isso segue uma proibição dos dispositivos dianteiros, introduzido neste ano.

Outras mudanças de menor escala incluem a redução no número de motores para um calendário de 20 corridas (de 7 para 6), ou para cronogramas de 21/22 GPs (9 para 7). O peso mínimo da moto cairá de 157 para 153kg, enquanto a capacidade do tanque de combustível será reduzido de 22 para 20 litros nos GPs  e de 12 para 11 nas sprints.

O sistema de concessões, reintroduzido em 2024, também será mantido para 2027. Todas as montadoras já presentes no grid começarão o novo ciclo com o ranking B. Com isso, as marcas terão um congelamento no desenvolvimento de motores, mas poderão contar com três pilotos wildcard ao longo do ano. Os testes de temporada com a presença dos pilotos titulares também serão proibidos.

Start action

Start action

Photo by: Gold and Goose / Motorsport Images

Já as novas montadoras que entrarem a partir de 2027 terão o ranking D, o mesmo de Honda e Yamaha hoje, permitindo desenvolvimento livre de motores e testes com os pilotos titulares, além de seis wildcards ao longo do ano. O ranking será reavaliado ainda na primeira metade de 2027.

Como anunciado anteriormente, o regulamento de 2027 inclui também o uso de combustíveis 100% sustentáveis. O primeiro passo foi dado já em 2024, com a adoção de uma mistura com 40% de origem não-fóssil.

A última grande mudança técnica da MotoGP veio em 2016 com a introdução do controle eletrônico, uma decisão tomada para reduzir a diferença entre as então dominantes marcas japonesas e o restante do grid. Isso ajudou a aumentar a presença das marcas na MotoGP, com a Suzuki e a Aprilia entrando em 2015 e a KTM em 2017.

Desde 2016, as três montadoras já venceram na categoria, enquanto a Ducati, que também se beneficiou da mudança no regulamento, se tornou a força dominante da categoria.

Nas últimas semanas, a BMW vem abrindo a porta para a possibilidade de entrar na MotoGP nos próximos anos, com a mudança de regras de 2027 sendo bem-vista pela marca. Porém, ela ainda não se compromete com o projeto.

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