Análise: Após final feliz, qual cenário Pérez encontrará na Red Bull?

Mexicano vai competir em uma equipe jovem, mas exigente, e que já acumulou sucessos significativos

Análise: Após final feliz, qual cenário Pérez encontrará na Red Bull?

A chegada de Sergio Pérez à Red Bull Racing parece ser o final feliz para uma história que teve seus altos e baixos durante todo o ano. Mas a realidade é que também representa uma grande responsabilidade para o mexicano estar na segunda melhor equipe da temporada.

O nome Red Bull Racing é relativamente novo na F1. Criada em 2005 após comprar as sobras da Jaguar, a equipe estava longe de ser considerada competitiva. Na verdade, como o próprio Christian Horner, o chefe da equipe, lembrou, o que mais impressionavam eram as incríveis festas que eles organizavam.

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Nas primeiras quatro temporadas, não ultrapassou o quinto lugar no campeonato de construtores e somou apenas três pódios, mas eles estavam para lançar as bases para formar uma equipa vencedora.

O primeiro passo na luta pelas vitórias foi a contratação, em 2006, do renomado engenheiro aerodinâmico Adrian Newey, criador dos carros campeões da Williams e McLaren.

O segundo foi o acordo com a Renault em 2007 como fornecedor de motores, deixando de lado Cosworth e Ferrari.

Em terceiro lugar, e talvez mais importante, foi o reforço do programa Red Bull Junior, a escola de pilotos para desenvolver o talento de potenciais pilotos desde cedo.

Quando todos esses elementos se juntaram em 2009, as vitórias começaram a surgir. Naquele ano, eles deram um salto de qualidade com Mark Webber e Sebastian Vettel como pilotos, terminando como vice-campeões no mundo de construtores.

A partir desse ponto, a Red Bull se tornou uma das principais equipes, conquistando quatro campeonatos de pilotos e construtores, entre 2010 e 2013, seus anos de maior sucesso.

Posteriormente, tiveram tempos de vacas magras, embora tenham concluído no top-3 desde então, exceto em 2015, com um quarto lugar.

Em sua curta história, acumulou 180 pódios, 63 vitórias e 62 pole position, com Sebastian Vettel como sua maior referência até hoje.

Mas algo distingue a Red Bull das outras: sua falta de paciência com a falta de resultados de seus pilotos. Apenas a dupla Vettel-Webber pôde se orgulhar de ter durado mais de três anos, cinco no total, até que foi dissolvida no final de 2013.

Desde aquele ano, cinco pilotos diferentes passaram por um dos assentos da equipe e apenas a dupla Daniel Ricciardo-Max Verstappen conviveu por duas temporadas e meia, entre 2016 e 2018, a segunda mais longa da história da equipe.

Daniil Kvyat, Pierre Gasly e Alex Albon compõem a lista de nomes que viram uma rápida ascensão ao time austríaco "A", mas também um rápido declínio devido à falta de resultados esperados em um dos programas mais exigentes da F1.

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