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F1 - Hamilton: Dificuldades em Miami são como "soco no estômago"

Heptacampeão ainda comparou o W14 com o difícil W13 de 2022, afirmando que é basicamente o mesmo carro, só sem o porpoising

Lewis Hamilton, Mercedes F1 W14

A Mercedes teve uma sexta-feira de altos e baixos com a Fórmula 1 em Miami. Se o time alemão conquistou uma improvável dobradinha no TL1, o TL2 trouxe resultados bem diferentes, caindo na classificação, com Lewis Hamilton em sétimo e George Russell apenas em 15º. Para o heptacampeão, essa queda de performance entre os treinos representam um "soco no estômago".

Com os tempos do TL2 sendo bem melhores que os do TL1, devido à melhora na aderência e uma temperatura mais baixa, o heptacampeão terminou quase 1s atrás da marca de Max Verstappen. Refletindo sobre as dificuldades em achar o equilíbrio do carro, Hamilton disse que o contraste de performance é difícil de engolir.

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"Não estamos rápidos, e está difícil na pista. Estamos tentando várias coisas diferentes. O TL1 foi bom, mas chega o TL2, quando temos o ritmo real, e acaba sendo um soco no estômago. É difícil de aceitar de vez em quando, mas seguiremos trabalhando, vamos nos reagrupar e tentar mudar alguns ajustes para colocar o carro no ponto ideal".

Lewis Hamilton, Mercedes F1 W14

Lewis Hamilton, Mercedes F1 W14

Photo by: Jake Grant / Motorsport Images

Após uma performance encorajadora na Austrália, podendo desafiar a Red Bull, as coisas tomaram outro rumo na sequência. E Hamilton sente que, apesar dos passos dados pela Mercedes para curar o porpoising do carro do ano passado, o W14 não é melhor que o difícil modelo de 2022.

"Melbourne foi uma diferença gigante, muito bom de guiar ali. Baku deixou uma sensação melhor do que aqui, talvez seja uma questão do calor ou o equilíbrio do carro. Vou me manter otimista e esperançoso".

"Mas, apesar das quicadas do ano passado, no geral parece que estamos com o mesmo carro. Isso que é difícil".

Podcast #228 - Reclamações de Verstappen em Baku mostram que bicampeão 'sentiu o golpe'?

 

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