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Stoner: saí porque "queridinho" da Honda não me queria por perto

O bicampeão e ex-piloto da MotoGP sugeriu que Marc Márquez teve um papel em sua saída da Honda em 2015

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Stoner: saí porque "queridinho" da Honda não me queria por perto

O bicampeão e ex-piloto da MotoGP Casey Stoner teve uma trajetória relativamente curta, mas vitoriosa na categoria rainha. Chegou a conquistar dois mundiais antes de surpreender o mundo anunciando sua aposentadoria no final de 2012. Nos anos seguintes, ele atuou como piloto de testes, primeiro na Honda e depois na Ducati e, segundo o australiano, um certo espanhol foi um dos motivos de sua saída da Honda em 2015.

O australiano fez sua estreia na MotoGP em 2006 com a LCR Honda, antes de passar pela Ducati, onde conquistou o único título da montadora italiana até o momento, em 2007. Anos depois, em 2011, voltou à Honda, na equipe de fábrica, onde conquistou seu segundo mundial, antes de se aposentar no final de 2012.

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Stoner assumiu a vaga de piloto de teste da Honda entre 2013 e 2015 e depois da Ducati, de 2016 a 2018. Sua volta à montadora italiana aconteceu devido a um divórcio ácido com a Honda, após uma batida nas 8 Horas de Suzuka, one ele quebrou a perna devido a um problema no acelerador.

Porém, em conversa com o também ex-piloto da MotoGP, Chris Vermeulen, Stoner sugeriu que, na verdade, o "novo queridinho" da Honda naquela época - em referência ao hexacampeão Marc Márquez - teve um papel importante em sua saída.

"Como você sabe, nós tínhamos um certo papel [como piloto de testes] com a Ducati", disse Stoner. "Eu tentei com a Honda no começo, mas fui sendo deixado de lado com a chegada do novo queridinho - que não me queria por perto".

Stoner e Márquez teriam sido companheiros de equipe em 2013 se o australiano não tivesse chocado o mundo ao anunciar sua aposentadoria durante o final de semana do GP da França de 2012.

Seu tempo como piloto de testes na Ducati também não acabou tão bem assim. Ele saiu sentindo que não estava sendo aproveitado pela montadora.

"Eu tive que me afastar. Eu não sentia que estava conseguindo entregar à equipe o que eu queria. Eu sabia o que os pilotos queriam, eu sabia o que funcionava, mas, infelizmente, os pilotos nem sempre tem voz nas montadoras".

"Eles olham para os dados e veem apenas o que acreditam que é a direção correta, e isso nem sempre cai bem com os pilotos. Era muito difícil tentar conseguir as mudanças certas na moto para dar um passo adiante. Era um trabalho muito difícil".

"Estar na Austrália e não poder estar lá também, estar presente em mais corridas e discussões, tentando dar um passo adiante era mais difícil. Então eu acabei me afastando daquele papel".

Casey Stoner, Ducati Team

Casey Stoner, Ducati Team

Photo by: Ducati Corse

Desde o ano passado, Stoner está lutando contra a fadiga crônica, após ter sofrido problemas similares no passado. Em 2009, sua campanha em busca do bicampeonato foi interrompida devido à problemas causados por sua intolerância à lactose.

Mas o australiano acredita que ainda tem "muito a dar pelo esporte" e não descartou ter alguma forma de envolvimento no futuro.

"Eu acho que ainda tenho muito a dar pelo esporte. Acho que ainda há alguns aspectos, talvez fora da garagem e minha visão diferente sobre algumas coisas pode ajudar. Eu certamente não vou arrumar soluções, mas sei o que precisa ser feito para vencer corridas e acho que tenho algo a ajudar no futuro".

"Mas preciso esperar que essa fadiga crônica passe antes que eu possa ajudar mais do que poderia agora".

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Sobre esta matéria

Categoria MotoGP
Pilotos Casey Stoner , Marc Marquez
Equipes Repsol Honda Team
Autor Lewis Duncan