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Piloto falou com exclusividade ao Motorsport.com, detalhando a batida com Bruno Baptista na sexta-feira e ‘soltando o verbo’ com as condições de sinalização da pista deste fim de semana

JP de Oliveira cumprimenta Dr. Dino Altmann

Foto de: Caíque Roberto

A Stock Car Pro Series realiza neste fim de semana a penúltima etapa da temporada de 2025, em Brasília, no evento que marca a reabertura do Autódromo Internacional Nelson Piquet. Na sexta-feira, logo no primeiro treino livre, um grande susto ocorreu, com o choque entre os carros de JP de Oliveira e Bruno Baptista.

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O piloto da RC rodou na curva zero e, segundos depois, JP se chocou com o carro #44. Ambos foram levados ao hospital e tiveram alta: JP na mesma noite e Bruno na manhã de sábado.

Ainda no DF, JP foi ao autódromo para ver as atividades de pista e após a corrida sprint atendeu com exclusividade à equipe do Motorsport.com na entrevista que você acompanha a seguir.

Primeiramente, como você está, como está a sua saúde, depois do acidente de sexta-feira?

Eu estou bem, na medida possível, do que realmente ocorreu. Foram algumas pequenas fraturas, nada muito preocupante, mas são em lugares que comprometem. Eu tenho uma fissura na bacia, e um trincamento na (vértebra) T11e T12 na coluna, mas o trincamento, segundo os médicos é estável, bem pequeno então, não compromete muito seriamente a minha saúde. Estou, naturalmente, cheio de dores porque o impacto em relação à musculatura, ao cinto, eu estou com diversos hematomas pelo corpo por causa do cinto, o HANS, que forçou realmente bastante na hora do acidente. É mais esse desconforto, mas nada de dor muito aguda, nada disso.

Você se lembra do acidente e é verdade que você chegou a desmaiar depois do impacto?

Eu não perdi a consciência em momento algum. Eu lembro de tudo o que aconteceu, eu estava muito ciente, inclusive, na hora que eu tive a oportunidade de sair do carro, que foi quando alguém abriu a porta, que estava emperrada, eu não consegui abrir de dentro, e na hora que alguém abriu eu realmente pulei para fora desesperadamente porque estava tendo princípio de incêndio no carro. Então, aquilo aliado ao meu sentimento de não saber como estava o meu corpo e porque como a batida foi muito forte, eu senti todos os meus órgãos serem lançados à frente, e tudo chacoalhar dentro do meu corpo, coisa que eu nunca tinha tido uma experiência parecida. E aí, naquele momento, eu senti que eu estava vulnerável e que o pior poderia acontecido. Ali eu realmente me preocupei muito e, por isso que eu até dando entrevista aqui para Band eu me emocionei de falar, porque, realmente, é uma chance de estar aqui de novo, de voltar à pista, de poder andar, de estar relativamente tudo OK.

Vimos o seu depoimento nas redes sociais da Full Time e, no final, nos chamou a atenção o que você disse de que não ia falar sobre as causas, e que não dava pra explicar muito rapidamente tudo isso. O que você tem a falar?

Bom, é relacionado às condições dos eventos que a gente está sendo colocado. Eu não quero ficar apontando dedos para ninguém. O Bruno, assim como eu, fomos vítimas de uma má sinalização, de uma má informação, de uma má comunicação, nós não tivemos informação, não tinha bandeira amarela, não tinha bandeira vermelha, não tinha comunicação via rádio para as equipes. Todos nós estávamos buscando o limite no final do treino porque teve bandeira vermelha antes, numa pista nova, então está todo mundo buscando o limite. Agora, não há limites de pista, não existe zebra na curva zero, não existe limitação de pista, ou seja, o que eu estou falando é sobre segurança. O bandeirinha não tem posto, não tem posto de sinalização na última curva. Não tem uma cabine ao alto em que a pessoa pode de lá fazer a observação e de lá colocar a bandeira, ela não está numa posição que ela deveria estar. Então são vários fatores. Não vou falar só de segurança dos carros, até isso dificilmente a gente vai ver publicamente sair um reconhecimento de culpa. Porém, as mudanças de sexta para sábado já refletem isso que aconteceu. O procedimento estava errado. Então, nós falamos, eu falei isso no briefing. Agora, após o acidente, foi delimitado na linha branca que você não pode passar com as quatro rodas, houve também a adição de câmeras de monitoramento nas curvas, que não existia até o dia anterior, e também acrescentaram ponto de sinalização antes da última curva, que fizeram reconhecimento que não era adequado onde estava, e também falharam na informação da última curva. Então, são vários fatores, várias medidas tomadas, para que hoje eles pudessem ter a corrida relativamente com mais segurança. Então, a gente está falando de apenas de segurança. Eu não quero nem entrar no mérito dos carros, mas a gente precisa ter sistema eficiente que informe os pilotos, porque se eu vejo uma bandeira amarela, se eu vejo uma bandeira vermelha, eu reduzo a velocidade drasticamente, porque é isso que eu aprendi. Eu sei que eu não posso arriscar na última curva, porque eu sei que tem alguém parado no meio. Agora, como não tinha bandeira amarela, eu poderia continuar acelerando, porque eu vinha na minha melhor volta do treino. Então, isso é o mais básico, a segurança, isso é essencial para que nós possamos ter o evento, evento seguro para os pilotos, acima de tudo, acho que a segurança deve prevalecer sobre qualquer coisa. Fomos para Cuiabá com a pista inacabada, não tinha postos de sinalização também, zebras terminavam onde não deviam, não tinha zebra em alguns lugares, muita sujeira na pista, enfim, muita coisa faltando. Então, é disso que eu estou falando. Porque muita gente fala ‘ah, mas é da segurança dos carros’ e não sei. Eu falei cara, a segurança dos carros é o problema número 9. Há vários problemas antes disso até a gente chegar lá. Então, graças a Deus não aconteceu nada com os pilotos. Porque se alguém tivesse perdido mobilidade ou se tivesse vindo a acontecer o pior, eu acho que alguém teria que se responsabilizar por aquilo, porque houve falhas em sequência, uma após a outra. Então, essas falhas não devem acontecer. Nós devemos correr com o sistema de monitoramento completo, devemos correr em pistas acabadas, não deve haver pressão de qualquer tipo para que gente possa correr em uma pista que não esteja acabada, porque nós somos uma categoria profissional.

Há previsão de correr em Interlagos em dezembro?

Não sei, eu ainda não tenho essa informação. Eu ainda nem pensei nisso e vai depender de como a gente se recupera daqui.

E ano que vem, você pensa em não fazer mais a categoria?

Eu realmente não tenho uma decisão ainda, preciso realmente me decidir em breve com relação ao próximo ano, porque estou aqui muito mais pelo meu coração e porque eu quero estar próximo à família e porque eu acredito no projeto da Toyota Gazoo Racing, e eu acredito que a gente tende a crescer. Então, esse foi o motivo maior de vir para cá.

*

O Motorsport.com entrou em contato com a CBA, responsável pela sinalização do autódromo de Brasília, para explicar o que houve com a sinalização da pista, mas ainda não houve retorno até a publicação desta entrevista.

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