15º, Button diz que problema da Mercedes é "bom para a F1"

Para piloto da McLaren, mudança na relação de forças vista em Cingapura é algo saudável para categoria e para equipe alemã

15º, Button diz que problema da Mercedes é "bom para a F1"
Jenson Button, McLaren MP4-30
Jenson Button, McLaren MP4-30
Pole Sebastian Vettel, Ferrari
Jenson Button, McLaren MP4-30
Jenson Button, McLaren MP4-30
Jenson Button, McLaren MP4-30
Jenson Button, McLaren MP4-30

Jenson Button vive mais um final de semana de dificuldades com a McLaren - o britânico obteve a 15º posição no treino classificatório para o GP de Cingapura, realizado neste sábado (19). Button, porém, falou sobre o tema que mais chamou a atenção de todos: a falta de ritmo da Mercedes e a mudança na relação de força - pelo menos em Marina Bay

"É fantástico, é exatamente disso que o esporte precisa. Este final de semana é muito importante para a F1. Você não pode, no entanto, tirar os méritos da Mercedes, eles têm feito um trabalho fantástico e ninguém tem sido tão bom quanto eles neste ano", disse.

"Vê-los 1s3 atrás aqui é bom para a F1 e provavelmente é bom para a Mercedes, pois assim eles veem um pouco mais a competição e isso dá um tempero especial para a disputa. Espero que continue assim, mas não tenho tanta certeza de que isso vai acontecer - quando chegarmos a Suzuka a Mercedes deve ser um segundo mais veloz do que o resto. Então vamos aproveitar o momento", afirmou.

Falta de aderência com pneus novos

Em 15º, Button viu Fernando Alonso, companheiro de McLaren, conseguir o 12º lugar e ser meio segundo mais veloz que o britânico. Apesar de ter dito que o acidente de Carlos Sainz Jr. o atrapalhou, o campeão de 2009 reconheceu que não teria ritmo para chegar ao Q3. Ainda assim, o piloto espera uma corrida bastante disputada e diz que a estratégia será muito importante na corrida deste domingo.

"A classificação não foi exatamente do jeito que eu esperava. No Q2, com pneus velhos a sensação era boa, mas com pneus novos o carro saía muito de frente e ainda teve o acidente de Sainz Jr. no final. Mas não vou me lamentar ou ficar irritado quando deitar esta noite", disse.

"Normalmente, não temos ritmo para pontuar. Mas esta é uma daquelas corridas, diferente de Mônaco, em que há pontos de ultrapassagem e os pilotos se arriscam mais. Acidentes acabam acontecendo, então precisamos ser inteligentes em nossa abordagem para a corrida de amanhã. A estratégia terá papel fundamental", concluiu.

 

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