F1 aprova congelamento dos motores para 2022; equipes se mostram abertas à adoção de corridas sprint

Tópicos foram debatidos na reunião da Comissão da F1 nesta quinta, junto com a possível introdução de um teto salarial

F1 aprova congelamento dos motores para 2022; equipes se mostram abertas à adoção de corridas sprint

Em reunião nesta quinta-feira (11), as equipes da Fórmula 1 aprovaram os planos para um congelamento dos motores a partir de 2022, abrindo caminho para que a Red Bull possa assumir o programa de desenvolvimento da Honda, podendo torna-se a sua própria fornecedora de unidades de potência. A Comissão ainda se mostrou favorável à ideia da adoção das corridas de sprint em forma de teste em 2021, mas solicitaram mais detalhes.

A reunião da Comissão da F1 reuniu equipes, a FIA e a organização da F1, e foi apurado que o congelamento foi aprovado de modo unânime. O pedido da Red Bull foi colocado como fundamental para a permanência da equipe no Mundial, já que a Honda está de saída no final do ano e a marca não tem interesse em reestabelecer a parceria com a Renault.

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A Red Bull deixou claro desde o início que não teria verba para manter o desenvolvimento do motor pelos próximos anos. Apesar de inicialmente as outras montadoras e equipes não terem ficado do lado da marca, as discussões avançaram nas últimas semanas, com o CEO da F1, Stefano Domenicali pedindo na semana passada que houvesse uma aprovação do congelamento.

Outra pauta da reunião foi a adoção das corridas sprint na categoria, que seriam testadas em três etapas neste ano (Canadá, Itália e Brasil) para avaliação antes de uma possível adoção em 2022. 

A proposta consiste na realização de um treino classificatório na sexta e uma corrida sprint de menor duração no sábado, com o resultado desta última formando o grid de largada do domingo, em um formato similar ao visto em categorias júniores, como F2 e F3, mas sem a inversão do grid.

As corridas do sábado teriam uma duração de 100 quilômetros, um terço de um GP regular, e com pontuação para os oito primeiros colocados, sendo metade do que é distribuído em uma prova normal. Assim, o vencedor levaria 12,5 pontos, o segundo, nove até chegar ao oitavo, que ficaria com dois pontos. 

As equipes discutiram a proposta, que foi feita pela direção da F1. Foi apurado que, apesar dos planos não ter recebido uma aprovação imediata para ser oficializada, as equipes se mostraram abertas à ideia, pedindo apenas mais tempo para analisar a fundo o pedido.

Um terceiro tópico importante que fez parte da pauta da reunião é a proposta de introdução de um teto salarial nos próximos anos, mas o assunto não chegou a uma decisão final. 

A proposta do teto salarial é vista como complementar ao teto orçamentário que entrou em vigor neste ano. Segundo a categoria, ele repararia algumas arestas que o modelo original deixa, incluindo nesta nova proposta os salários dos pilotos e dos três membros mais bem pagos de uma equipe.

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