F1: Ocon diz que ondulações em Austin estavam 'no limite' e cobra mudanças para 2022

Francês foi um dos pilotos forçados a abandonar com problemas que podem ter sido causados pelo impacto das ondulações no carro

F1: Ocon diz que ondulações em Austin estavam 'no limite' e cobra mudanças para 2022

A Fórmula 1 foi para os Estados Unidos na semana passada esperando uma vida difícil por conta das ondulações no Circuito das Américas, após as críticas na passagem da MotoGP pelo local. E segundo Esteban Ocon, a pista estava no limite das condições neste ano, sugerindo que será necessário um trabalho no traçado para o retorno da categoria no próximo ano.

Enquanto as ondulações não tenham causado preocupações de segurança para os pilotos, elas causaram dores de cabeça para as equipes.

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Além de forçar mudanças de suspensão e ajuste de altura para garantir que os carros passassem pelas ondulações sem problemas, o impacto violento repetitivo também afeta as máquinas.

A Red Bull foi forçada a reparar uma rachadura encontrada na asa dianteira de Max Verstappen, enquanto outros carros, incluindo Ocon, acabaram abandonando no domingo com problemas que podem ter sido causados pelas ondulações.

Questionado pelo Motorsport.com se ele sente que as ondulações eram aceitáveis para uma pista moderna de F1, Ocon disse: "Acho que está no limite. Elas estão no limite de confiabilidade e acho que, se avançarem um pouco mais no próximo ano, acho que os carros realmente passarão a ter problemas".

"Quando você vai lento, não é um grande problema, mas quando você acelera e começa a bater com força no chão com a suspensão, os engenheiros começam a ver os alarmes pelas fortes cargas. Obviamente isso não é algo que deveríamos ver. Então acho que a pista precisa de reformas para o próximo ano".

Andrew Shovlin, diretor de engenharia de pista da Mercedes, admitiu que as ondulações não foram algo fácil de trabalhar, mas disse que a equipe se preparava para problemas ainda maiores.

"Foi bem complicado, e muito difícil de dizer se tivemos problemas maiores do que a Red Bull. Acho que eles tinham uma traseira mais forte aqui e, quando você está superaquecendo os pneus e andando assim, a aderência traseira é sua amiga. Acho que essa é uma área em que o carro deles parecia estar trabalhando bem".

"Mas possivelmente estávamos prontos para problemas maiores em termos de ajuste do carro e danos com as ondulações, Parece que lidamos com isso razoavelmente bem".

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