F1: Steiner explica porque não considerou Grosjean para a vaga de Mazepin na Haas em 2022

Equipe americana precisou correr contra o tempo atrás de um substituto para o piloto russo após o início da invasão na Ucrânia

Guenther Steiner, Team Principal, Haas F1, and Romain Grosjean, Haas F1

Fazendo um balanço da temporada 2022 da Fórmula 1, o chefe da Haas, Gunther Steiner, explicou porque optou por Kevin Magnussen em vez de Romain Grosjean para substituir Nikita Mazepin no começo do ano.

Quando a invasão russa da Ucrânia começou em fevereiro, a Haas decidiu encerrar o contrato com Mazepin, tendo que correr em busca de uma alternativa no meio da pré-temporada da F1.

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Vários candidatos foram considerados, incluindo Nico Hulkenberg, como revelado por Steiner, mas a escolha recaiu sobre Magnussen, um piloto que a equipe conhecia bem, tendo corrido pela Haas entre 2017 e 2020.

Mas a Haas poderia ter ido com o outro piloto bem conhecido pela equipe, Grosjean? Não necessariamente, como explica o chefe. Ambos tinham contratos em jogo: Magnussen com a Peugeot no WEC, e Grosjean com a Andretti na Indy.

Quando questionado no podcast Beyond the Grid se considerou trazer Grosjean de volta, Steiner respondeu: "Na verdade não, porque eu sabia que ele havia acabado de assinar um contrato. Romain queria mudar sua vida. Eu o conheci muito bem ao longo do tempo: ele queria mudar de vida, trouxe toda a família para os Estados Unidos, com um projeto de vida".

"Kevin é Kevin. Eu sabia que ele não tinha um plano real. Ele estava curtindo a vida. Romain já tinha um caminho mais certo e um contrato plurianual com a Andretti, do qual estava muito orgulhoso. Não achei que conseguiria convencê-lo. Teria sido difícil, já que ele tem três filhos e a esposa. Com Kevin é mais fácil, ele é parecido comigo!".

Foi na Haas que Grosjean passou seus últimos cinco anos na F1, entre 2016 e 2020, sem voltar ao pódio e com desempenhos irregulares, mas também com uma valiosa contribuição técnica.

Sobre se Steiner tirou o máximo de proveito do francês, disse: "Eu diria que sim. Romain é um piloto muito bom quando está em um bom dia, todos sabemos disso. Mas ele também pode ser ruim em um dia ruim. Acho que essa é a característica dele".

"Às vezes, quando ele corria, pensávamos 'como ele fez isso?' quando tinha uma volta excelente na classificação, ou como em Baku, quando bateu sozinho. É positivo e negativo. É típico dele, de Grosjean".

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