Barrichello define vitória: “corrida mais do que doida”
Piloto da Full Time tira doce da boca do companheiro Allam Khodair nos últimos metros de prova e vence primeira do ano








Campeão de 2014 da Stock Car, Rubens Barrichello voltou a vencer neste domingo na categoria. Foi sua primeira vitória desde a corrida 1 de Cascavel do ano que o consagrou. O piloto da Full Time tirou do companheiro Allam Khodair a vitória nos últimos metros na corrida 2 em uma última volta eletrizante, com Thiago Camilo – líder até a metade da última volta – e Allam tendo panes secas.
Depois da corrida, Barrichello definiu sua prova ao Motorsport.com: “foi uma corrida mais do que doida”.
“Não dava para acreditar que teríamos chance. Para falar a verdade, não teríamos chance se o Thiago (Camilo) tivesse terminado a prova. Meu carro começou a render melhor no final por eu ter conseguido trocar os pneus antes.”
“Eu comecei a chegar nos retardatários na corrida 2, não sabia em que lugar eu estava. Eu tinha chance com o Allam, mas ali era difícil tentar. Não tive a certeza que era o Thiago parando porque estava concentrado em tentar atacar o Khodair. Dei o push um pouco mais tarde. Dei um push na curva zero, e foi isso que me deu a vitória.”
Rubinho também falou de seu toque com Marcos Gomes no Bacião, que fez o atual campeão rodar e chegar apenas em quarto.
“Foi uma pena termos tido o contato. Quando ele foi por dentro, sabia que ele perderia a primeira tangência do Bacião”, falou.
“Quando ele abriu, coloquei o meu bico no espaço que eu tinha, porque iria ter push e queria estar na frente dele para atacar o Allam, porque o Marquinhos estava mais rápido que a gente. Quando ele me viu, fechou com tudo.”
“Quem bateu em mim foi ele, é o que eu posso alegar com a minha câmera. Eu não joguei o carro em cima dele. Uma pena, mas ali tentei me colocar em posição de luta pela vitória e pelo pódio.”
Rubinho também falou de sua largada na corrida 1, que acabou fazendo com que caísse quase 20 posições. O carro de Barrichello entrou em modo de segurança após um superaquecimento devido a uma grande economia de combustível.
“Precisávamos economizar o combustível, porque isso nos daria o gás final – o que aconteceu”, contou.
“Mas economizando não vi que o carro entrou em modo de segurança, eu acelerava e o carro não ia. Foi até perigoso, algo que podemos discutir com a JL. Daí, caí de quinto para 25º. Não fosse isso, poderíamos ter brigado pelo pódio na primeira corrida também.”
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