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MotoGP GP da Itália

MotoGP - Márquez fecha porta para Pramac: “Não é uma opção para mim”

Hexacampeão da MotoGP reiterou desejo de ser piloto por uma equipe de fábrica nesta quinta-feira, antes do GP da Itália

Marc Marquez, Gresini Racing

Ao chegar a Mugello nesta quinta-feira, Marc Márquez recebeu a notícia da escolha da Ducati a favor de Jorge Martín, o que o levou a pensar que a Pramac poderia ser o destino do hexacampeão da MotoGP, que, no entanto, foi categórico em sua recusa.

Márquez apareceu esta quinta-feira na área da Gresini e se deparou com informações avançadas pelos meios de comunicação italianos sobre a escolha da Ducati do novo companheiro de equipe de Pecco Bagnaia.

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"A Ducati não me disse que não sou o escolhido. Estou dando o meu melhor na pista, porque assim terei mais opções", disse Márquez.

Esta manobra abre opções para Márquez herdar o cargo de Martín na Pramac, com contrato de fábrica e o melhor equipamento, tal como os oficiais. Mas Márquez fechou a porta para essa possibilidade.

“A Pramac é uma boa equipe, mas não é uma opção para mim, porque não é”, foi inflexível diante dos microfones da DAZN.

"Sou um homem com ideias claras. O que quero é a versão mais recente da moto, e se possível, com uma equipe oficial. Se você tem a moto oficial, você tem mais facilidades, e se ainda por cima faz acontecer com uma equipe oficial, depois você tem ainda mais", continuou remando contra um rio que, agora, parece ter mudado de rumo.

Com Martín indo para a equipe oficial e Márquez irritado, a ação na pista pode claramente intensificar-se neste fim de semana no GP de Itália, a corrida caseira da Ducati na qual todos os pilotos da marca vão querer se mostrar.

Aliás, um dos argumentos que a Ducati utiliza para a sua eleição é seguir a linha dos pilotos treinados na casa e manter o equilíbrio estabelecido nos últimos anos, que lhes tem oferecido tão bons resultados, especialmente na pessoa de Bagnaia, que sempre se colocou em destaque com a contratação de Márquez, para manter a harmonia vigente.

“Evidentemente, a harmonia fora da pista é fácil de manter. Por dentro, quando há dois companheiros fortes, cada um luta pelos seus interesses. É assim e sempre foi, quem diz o contrário é mentiroso. Há o respeito, mas cada um lutando pelos seus interesses", concluiu o #93.

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