F1: Alonso "sem palavras" após 17º no GP da Austrália

Fernando Alonso teve um desempenho espetacular nos treinos do GP da Austrália, mas as coisas começaram a mudar no Q3 de sábado, quando bateu após problemas hidráulicos

F1: Alonso "sem palavras" após 17º no GP da Austrália
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Fernando Alonso não sabe o que dizer após sofrer novamente com uma onda de azar no GP da Austrália. Largando da 10ª posição, o espanhol teve um fim de semana incrível nos treinos livres e na classificação, até bater no Q3, por problemas hidráulicos, enquanto fazia um setor roxo.

Problema resolvido, o histórico dos dias anteriores indicavam que o espanhol chegaria forte na corrida. Só faltou combinar com o Vettel. A batida do alemão estragou a estratégia usada por Alonso delargar de pneus duros. A entrada do Safety Car aconteceu cedo demais, impedindo a troca para pneus médio. Além disso, o espanhol pegaria tráfego no momento de fazer a parada planejada.

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Alonso ainda acabou realizando um pit stop extra por não ter conservado os pneus. O piloto da Alpine terminou em 17º. Perguntado sobre o que sentia após a corrida, respondeu "Sem palavras para ser sincero."

"É difícil aceitar que tudo está indo na direção errado agora. Mas só foram três corridas, temos mais 20. A sorte vai compensar mais cedo ou mais tarde nessas 23 corridas e nós estaremos com sorte em outras ocasiões, eu espero".

"Mas até agora perdemos o P6 garantido na Arábia Saudita. Aqui acho que buscávamos P6 ou P7 antes do Safety Car".

Mick Schumacher, Haas VF-22, Fernando Alonso, Alpine A522

Mick Schumacher, Haas VF-22, Fernando Alonso, Alpine A522

Photo by: Andy Hone / Motorsport Images

"E claro, se levarmos em conta ontem (Classificação), o pódio hoje estava bem fácil com o abandono do Max. Acho que estávamos bem rápidos, mais rápidos que as Mercedes no circuito, então perdemos uma oportunidade."

Enquanto Alonso teve esperanças de capitalizar sobre a aderência extra dos médios, atacando o pelotão, ele revelou que os planos foram travados pelo "trem de DRS" atrás de Lance Stroll.

"Era difícil. Nós saímos e tinham quatro carros na nossa frente com DRS. Se é um por um, você passa. Mas quando são quatro deles e todos abrem o DRS, é impossível. Nós destruímos os pneus."

Apesar dos pesares, Alonso mantém a otimismo. "Nós não podemos olhar para trás, somente para frente. E Ímola é outra oportunidade".

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