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F1: Carro de 2024 da Ferrari deve ter o peso mínimo exigido pela FIA

SF-23 estava cerca de 6kg acima do peso mínimo; 'emagrecimento' foi um dos fatores por trás do salto de performance da Red Bull entre o RB18 e o RB19

Charles Leclerc, Ferrari SF-23

Charles Leclerc, Ferrari SF-23

Zak Mauger / Motorsport Images

As férias da Ferrari da Fórmula 1 não têm sido das mais fáceis. A equipe tem sido alvo de diversas notícias falsas e mesmo comentários de personalidades do paddock que parecem ter como consenso a ideia de que o time italiano não conseguirá bater de frente contra a Red Bull e Max Verstappen.

Porém, segundo apurado pelo Motorsport.com, a equipe técnica dirigida por Enrico Cardille atingiu uma das metas principais do projeto: o carro que será lançado em 13 de fevereiro será o primeiro da Ferrari na era efeito solo com o peso mínimo exigido pelo regulamento, de 798kg, 6kg a menos que o do ano passado. As mudanças abrangem todo o carro mas, em particular, carenagem, transmissão e bateria.

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A superioridade da Red Bull em 2023 foi desconcertante com 21 vitórias do RB19 em 22 GPs. Por isso, é fácil prever que isso será mantido em 2024, mas não está escrito em lugar nenhum que Ferrari, Mercedes e McLaren (não necessariamente nessa ordem) não poderão chegar perto do RB20, já que o regulamento ficou estável.

Em Maranello, não se fala em desempenho: não fazem comparações entre o 676 (nome provisório do carro de 2024) com o SF-23, embora os dados do túnel de vento e do simulador aos olhos ods técnicos sejam claros.

Da Gestão Desportiva, porém, surgem alguns elementos que indicam uma mudança importante: o carro de 2024 parece ter atingido uma meta do projeto que o time de Cardille vinha insistentemente procurando.

Enrico Cardile

Photo by: Dom Romney / Motorsport Images

Enrico Cardile

A expectativa é que o 676 fique no limite mínimo de peso pela primeira vez desde a introdução das regras atuais, em 2022. O SF-23 começou a temporada passada com 6kg acima dos 798kg estabelecidos.

A Red Bull também trabalhará com o limite, podendo mexer com lastros caso fique abaixo do mínimo. Mas o emagrecimento foi chave para o salto de performance do RB19 em relação ao RB18. Foi um trabalho meticuloso que envolveu quase todos os aspectos do carro.

O carro foi mais leve, assim como a nova caixa de câmbio mais estreita para acomodar um difusor maior. Também foram feitas intervenções no sistema híbrido, com uma bateria mais próxima do peso mínimo. Sabemos que, na F1, 10kg valem cerca de 0s3 em um circuito como o de Barcelona.

O efeito não deve se limitar ao desempenho puro, mas também à proteção dos pneus Pirelli, outra área de desenvolvimento na qual se trabalha duramente em Maranello.

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