Wolff insiste que deixar a F1 não passa pela sua cabeça: "Quero fazer isso a vida toda"

Chefe da Mercedes brincou que morreria se aposentasse nas Maldivas sem a ação do esporte

Wolff insiste que deixar a F1 não passa pela sua cabeça: "Quero fazer isso a vida toda"
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O chefe da Mercedes, Toto Wolff, insiste que o pensamento de deixar a Fórmula 1 não passa pela sua cabeça, mesmo em meio às dificuldades atuais de sua equipe, enquanto foca para ajudar o time no caminho para a recuperação.

O W13 da Mercedes vive um início difícil de campanha em 2022, com o porpoising provando ser um inimigo quase imbatível enquanto Red Bull e Ferrari disparam na frente.

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A temporada da Mercedes teve um momento baixo em Ímola no último fim de semana, com nenhum dos pilotos chegando ao Q3 da classificação e Lewis Hamilton sofrendo na corrida para terminar em 13º, mesma posição que largou.

Após a bandeira quadriculada, Wolff pediu desculpas para Hamilton pelo rádio por dar ao heptacampeão um carro "inguiável", prometendo ao britânico que a equipe encontraria um caminho para sair dos problemas.

Com a Mercedes chegando a 2022 após oito títulos consecutivos de construtores, Wolff teve várias oportunidades para vender suas ações na equipe e sair do mundo da F1 com um histórico praticamente perfeito.

Mas quando sugerido se ele teria ponderado a possibilidade de recuperar seus milhões e se aposentar nas Maldivas, Wolff tratou de deixar claro seu comprometimento.

"O problema é que eu morreria nas Maldivas sem ter isso aqui. A atividade na equipe, ajudando no desenvolvimento, é disso que eu gosto. A Fórmula 1 está crescendo. No lado da renda, as coisas vão muito bem e é isso que quero fazer a minha vida toda".

"Sobre isso, a questão não surgiu até agora para me fazer dizer chega".

Lewis Hamilton, Mercedes W13, Daniel Ricciardo, McLaren MCL36

Lewis Hamilton, Mercedes W13, Daniel Ricciardo, McLaren MCL36

Photo by: Steve Etherington / Motorsport Images

Com a Mercedes enfrentando sua campanha mais difícil na era turbo híbrida da F1, Wolff disse que a forma apresentada neste ano é um importante exercício de aprendizado sobre como ninguém é imbatível no esporte.

Enquanto a equipe pode ter errado com o carro de 2022, ele tem fé de que os mesmos engenheiros podem dar a volta por cima, garantindo progresso rápido.

Questionado se a equipe havia perdido a habilidade, ele disse: "Minha resposta espontânea seria: não tem como desaprender. Mas a pista nos ensina outras coisas. É sempre sobre manter a humildade, e é isso que estamos fazendo, admitindo que cometemos erros".

"Onde erramos? Na minha era, acertamos oito de oito vezes e agora realmente erramos. E não estamos apenas três décimos atrás. Mas em termos de desenvolvimento pessoal e os valores da equipe, por mais ruim que seja, também é um avanço importante. Não existe ninguém infalível. Estamos vendo isso agora. Mas a equipe é capaz de dar a volta por cima".

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