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Lewis Hamilton, que irá para Ferrari na temporada 2025 da Fórmula 1, afirmou que deixar a Mercedes foi muito mais "doloroso" do que deixar a McLaren, em 2012. O britânico enfatizou que agora ele teve um ano para pensar sobre a saída.

Hamilton sairá da equipe da fabricante alemã depois de seis títulos de pilotos, oito de construtores e uma série de recordes, mas quando entrou para a equipe de Toto Wolff, o sucesso não era garantido. Ele assumiu o lugar de Michael Schumacher e os resultados da equipe não foram muito animadores inicialmente.

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No entanto, a Mercedes construiu uma liderança impressionante na era híbrida desde 2014, vencendo sete campeonatos com Rosberg. A sequência de vitórias chegou ao fim em 2021, mas Hamilton usa com orgulho o macacão da equipe até hoje. O britânico relembra daqueles primeiros anos com prazer.

"Obviamente, eu me lembro de ter conhecido Niki [Lauda] e de ter tomado a decisão [de ir para a Mercedes]", lembrou Hamilton à mídia.

"Mas não me lembro muito bem dos últimos dias, para ser sincero. Definitivamente não foi tão doloroso e difícil como este ano tem sido em termos de emoções".

"E acho que, por ter sido no final do ano, foi muito mais rápido e não houve tempo suficiente para que as coisas se acalmassem para ninguém da equipe. Sim, este é mais emocional porque estou na equipe há muito tempo e passamos por muita coisa juntos", conclui.

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