F1: McLaren detona direção de prova e 'põe alvo' em Tsunoda após punição a Norris; entenda

Decisões do fim de semana do GP do Azerbaijão repercutiram nos bastidores da categoria máxima do automobilismo

F1: McLaren detona direção de prova e 'põe alvo' em Tsunoda após punição a Norris; entenda

O clima está quente entre a equipe McLaren e a direção de prova da Fórmula 1 após decisões polêmicas durante o fim de semana do GP do Azerbaijão. Tudo começou com punição a Lando Norris na classificação e agora o alvo está em Yuki Tsunoda, da AlphaTauri.

O primeiro incidente causou revolta na McLaren em função do gancho de três posições no grid de largada da corrida de Baku para Norris, que não foi para os boxes após bandeira vermelha na sessão qualificatória.

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O piloto britânico reclamou, alegando que não tinha tempo hábil para entrar nos pits, mas o diretor de prova, Michael Masi, rebateu: “Desde o kart até a F1, quando uma vermelha é exibida, o significado é claro: diminua a velocidade e chegue ao pit lane imediatamente”.

“Não existe dúvida. Vale para uma criança de seis anos que está em seu primeiro evento de Kart e vale para a F1. Isso é consistente para todas as corridas", disparou Masi. Entretanto, o diretor de prova voltou a ser criticado pela McLaren em função de um incidente na corrida.

Aí é que entra Tsunoda. Segundo o time britânico, o piloto japonês da AlphaTauri acelerou durante vigência de bandeira amarela, acionada logo após o acidente do holandês Max Verstappen, da Red Bull. Posteriormente, foi acionada a bandeira vermelha.

De todo modo, a reclamação de Andreas Seidl, chefe de equipe da McLaren, é focada no momento imediatamente seguinte à batida de Verstappen, bem antes da interrupção da prova. Para o dirigente, Tsunoda acelerou com bandeira amarela e deveria ser punido.

No fim, ele não foi penalizado e terminou o GP em sétimo, duas posições à frente da McLaren do australiano Daniel Ricciardo. Segundo a direção de prova, praticamente todos os pilotos excederam o limite de velocidade naquele momento, por isso não houve gancho específico.

Seidl, porém afirmou: “Do meu ponto de vista, coisas estavam acontecendo e claramente não estavam dentro das regras. Se o diretor da prova acha que não há necessidade de investigação porque todos estão fazendo isso, o que é algo de que discordo veementemente, você precisa perguntar a Michael Masi o que ele está buscando. O mais importante é a transparência e consistência."

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